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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Pra recordar!!!


Considerado, pelas palavras do jornalista musical José Augusto Lemos, editor-chefe da revista Bizz na época, como "o vinil mais bem produzido que este país já viu", Õ Blésq Blom marcou nova aventura na sonoridade dos Titãs ao final da década de 80. Deixando de lado o aspecto "sujo" do som que tinham ganhado três anos antes e resgatando sonoridades que remetem ao Tropicalismo, à World music e ao pop eletrônico, teve excelente repercussão dentro da crítica e boa aceitação por parte de público: até o fim de 1990, foram 220 mil cópias vendidas com o disco, graças a canções como "Flores", "O Pulso" e "Miséria".


Para dar um bom toque de brasilidade, o grupo contou com a ilustre presença de uma dupla de repentes pernambucanos, Mauro (ex-estivador e auto-intitulado "O Rei do Rock") e sua esposa Quitéria, que cantavam com um poliglotismo curioso: misturavam palavras em inglês, italiano, grego, russo e japonês. São deles a introdução e a vinheta que fecham o disco. Aliás, o nome estranho do álbum é criação de Mauro, e o significado sugere "os primeiros homens que andaram sobre a terra".
Boa parte do disco se esmerou em programações eletrônicas e teclados ("Miséria", "O Pulso" e "Deus e o Diabo", como exemplos - esta última não veio a agradar Marcelo e Tony, pela falta de ênfase nas guitarras), mas veio a contar também com o pop rock tradicional ("Flores", "Palavras"), rock pesado ("Medo") e sonoridade puxada para o coutry ("32 Dentes").



Cabeça Dinossauro é o terceiro álbum de estúdio da banda, lançado em junho de 1986.
A capa foi baseada em um esboço do pintor italiano Leonardo da Vinci, intitulado A expressão de um homem urrando. Um outro desenho de Da Vinci, Cabeça grotesca, foi para a contracapa do disco.
Ainda que remetesse muito ao punk rock, o disco mostra que os Titãs interviam ainda no reggae ("Família"), no funk ("O Quê?", "Bichos Escrotos" e "Estado Violência") e até mesmo em um cerimonial dos índios do Xingu (na faixa-título). Nas letras, vários pilares da sociedade foram discutidos acidamente, expressas a começar pelo título das canções: "Polícia" (de Tony), "Igreja" (de Nando Reis), "Estado Violência" (primeira colaboração do baterista Charles Gavin como compositor dentro da banda). Há também críticas acerca do estado capitalista ("Homem primata") e os tributos abusivos pagos pela população ("Dívidas").

A banda deu caráter antológico à obra ao resgatar "Bichos Escrotos", canção que tocavam desde 1982 e que só pôde ser gravada nesta ocasião. Mesmo assim, a censura vetou a faixa nas rádios por conta do verso "vão se foder", o que não desencorajou algumas rádios a tocarem uma versão com a tal frase vetada, às vezes até a própria versão original, o que acarretava um pagamento de multa.
Em 1997, a revista Bizz elegeu Cabeça Dinossauro como sendo o melhor álbum de poprock nacional, isto quando a banda ainda daria um salto maior comercialmente, com o Acústico MTV.



Sonífera Ilha foi a primeira música de sucesso do grupo Titãs, encontra-se presente no álbum de estréia da banda. Essa música obteve grande execução nas rádios é foi o carro chefe do disco, que embora não tenha vendido muito, tenha servido para colocar os Titãs nos principais programas de auditório da época, até hoje a música faz parte do repertório do grupo.
A música já foi regravada por outros artistas como Adriana Calcanhoto e pela banda Blitz.

Fonte: Wikipédia

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