Não falamos sobre moda, cultura é o nosso foco, poesia nossa inspiração. Sair do lugar comum é como ver o mundo de cima de um salto 15...Vermelho!!!

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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Rock para ninar

Para os que ainda acreditavam que Rock era só para os grandalhões tatuados , uma coletânea irá abalar a estrutura dos pais e embalar o sono dos pequeninos.  A novidade é da Gravadora Perfomance Music que lançará uma coleção de Cds com os ícones do Rock Brasil, num formato estilo caixinha de música, sob o título MPBebê.  Detalhe: O carro chefe da coleção é ninguém menos que Renato Russo com melodias como "Que país é esse" e "Tempo perdido".

Segundo a gravadora, a Coleção MPBebê apresenta um repertório carinhosamente selecionado, com o intuito de pais e filhos desfrutarem juntos a experiência de ouvir e cantar grandes sucessos, não restringindo a diversão apenas as crianças.


Adorei a ideia! 
Diva L.


Fonte: Performance Music

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Estilo Glam Rock (Metal)

Meninos & Meninas, Garotos & garotas, Eu voltei!!!
O LéoKidman voltou novamente ...

Hoje vou escrever, na verdade muito mais que escrever, vou relembrar um dos principais momentos do Rock n Roll Mundial, o estilo Glam Rock (Metal).


Glam Rock foi criado na Inglaterra no final 1960. A principal característica das bandas desse gênero não se encontra nas suas músicas e sim no modo de se vestir dos artistas. Os músicos de bandas Glam vestem-se de forma andrógina, com maquiagem pesada, os cabelos são armados com gel ou com aspecto de despenteado.  A sonoridade deles pode muito bem se encaixar dentro do Hard Rock ou do Heavy Metal, no caso das bandas consideradas Glam Metal. As letras das músicas geralmente giram em torno de mulheres, dinheiro e sexo. Dentre as bandas desse gênero podemos citar Twisted SisterKissGuns n´Roses( inicio)Mötley CrueCinderellaPoison, White Lion e muitos outros .O Glam Rock se diferencia do Glam Metal, por ter um som menos pesado.

Caracteriza-se pelos integrantes com roupas coladas (principalmente calças em materiais sintéticos como vinil, lycra ou ainda, couro),  peitos quase sempre à mostra com camisas e coletes abertos, mulheres com roupas muito curtas e sensuais. Usavam sapatos de salto alto plataforma, lenços estampados ou chapéus tipo cowboy. A maquiagem é um dos itens mais importantes inclusive nos homens.













Essas são algumas das bandas mais conhecidas, mas existem muitas outras...
Nos veremos em breve... Bye ...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Rock in Rio???

Cronômetro praticamente zerado. Apenas algumas horas para iniciar o Rock in Rio, e só agora me dei conta. Realmente, ando fora de sintonia, até Júpiter parece mais perto da Terra. Depois de ler e ouvir algumas piadas acerca do evento e de relembrar com o Leokidman as curiosidades das edições anteriores, resolvi espiar a programação e conferir se seria necessário comprar ou não o abadá (caso eu fosse).

Bom, dizer que sou apaixonada por rock é exagero, música pra mim é questão de química independente do ritmo ou estilo, daí decido se gosto ou não. Afinal, deixo o rock pra quem aprecia e entende, no caso do blog, para a Kakau e o Leo. Mesmo não sendo especialista, não entendi por qual motivo, causa ou circunstância a Ivete Sangalo e a Claudia Leite estão na programação. Caso alguém tenha essa informação, favor postar nos comentário, assim amplio o meu ângulo de visão e repertório. Eu não sabia nem que o som que elas fazem chega a ser considerado música. Vai entender!?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sente comigo...


Em Algum Lugar do Tempo


Não guarde mágoa de mim
Também não me esqueça
Talvez não saiba amar
Nem mesmo te mereça
Como as ondas do mar
sempre vão e vem
Nossos beijos de adeus
Na estação de trem
Um gosto de lágrimas no rosto
Palavras murmuradas 
Que eu quase nem ouço
Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Em algum lugar
Ainda estamos juntos
Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Pra sempre, pra sempre ficaremos 
Juntos
Não tenha medo de mim
Não importa o que aconteça
Não me tire da sua vida
Nem desapareça
 
Biquini Cavadão  
Composição: Álvaro, Bruno, Miguel, Coelho, Manno Góes

sábado, 22 de janeiro de 2011

Por Onde Andei



Desculpe estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei errado e eu entendo


As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias até pra uma criança


Por onde andei enquanto você me procurava
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava


Amor eu sinto a sua falta
E a falta é a morte da esperança
Como um dia que roubaram seu carro
Deixou uma lembrança


Que a vida é mesmo coisa muito frágil
Uma bobagem uma irrelevância
Diante da eternidade do amor de quem se ama


Por onde andei enquanto você me procurava
E o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada
É que eu deixei algumas roupas penduradas
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava


Nando Reis


Creio que o autor não se questiona se a pessoa a qual ele se refere é realmente importante para ele. Na verdade ele faz, sim, uma grande auto-crítica, e reconhece naquela pessoa uma imensa importância para a sua vida, mas que ele não soube valorizá-la no devido tempo (“desculpe, estou um pouco atrasado…”), está arrependido pela perda, e disposto a mudar (“De dizer que eu andei errado / e eu entendo suas queixas tão justificáveis”).

O que ele quer dizer realmente é que aquela pessoa que lhe era tão dedicada, um certo dia não suportou suas mancadas e falta de maturidade (“coisas que pareceriam óbvias até pra uma criança”) e deu um basta no relacionamento.


Quando ele diz no refrão: “por onde andei enquanto você me procurava?”, na verdade ele se questiona: o que é que eu estou fazendo com essa pessoa que está sempre procurando me entender?
Ele reconhece que pouco fez para manter o relacionamento (“e o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada”).


E tenta se justificar que não se empenhava o suficiente por conta de lembranças passadas (possivelmente outros relacionamentos) usando a metáfora: “é que eu deixei algumas roupas penduradas”.


Por fim, ele se questiona: será que eu mereço esta pessoa de tanto valor? será que eu já estou preparado para dar a esta pessoa tudo o que ela merece? (“Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava”).


Comentário by Sérgio Soeiro — 16 de abril de 2009 
Leia outras análises e comente - Site

PS: Lexxxxxxx!!! Saudadessssss!!!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Luz Antiga

Eu só queria que você cuidasse
um pouco mais de mim
como eu cuido de você
cuidar é simplesmente
olhar pro mundo que você não vê
Pra medir o amor não existe cálculo
1+1 pode não ser 2
Futuro é linda paisagem
desejo que não é sonho é mera ilusão
Se não sabe
se afasta de mim
mas se ainda cabe
me abrace, enfim
Só ligue se tiver vontade
só venha se quiser me ver
Mentir é pura vaidade
de quem precisa se escconder
Será que eu vejo apenas o que você não vê?
eu não entendo como você não consegue perceber?
que eu não sei mais,
eu não sei mais, eu não sei
O sangue é o rio que irriga a carne
e a alma é a terra de um morro
é luz antiga o fim da tarde
dessa saudade sem socorro
Se não sabe
se afaste de mim/
mas antes que seja tarde
nos salve do fim

Nando Reis

Nos seus olhos

Olhe nos meus olhos
E diga o que você
Vê quando eles vêem
Que você me vê

Olho nos seus olhos
E o que eu posso ler
Que eles ficam melhores
Quando eles me lêem

Eu leio as suas cartas
Eu vejo a letra
Meu Deus que homem forte
Que me contempla

Sou sua mas não posso ser
Sou seu mas ninguém pode saber
Amor eu te proíbo
De não me querer

Olho nos seus olhos
E sinto que você
Faz eles brilharem
Como astro rei

Olhe nos meus olhos
E o que você vai ver
Seu rosto iluminado
A lua de um além

Eu leio as suas asas
Borboletas
Meu Deus que linda imagem
Me atormenta

Sou seu mas eu não posso ser
Sou sua mas ninguém pode saber
Amor eu te proíbo
De não me querer


Nando Reis

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Sintam o som...

 

Meu Coração


Meu coração, bate sem saber
Que meu peito é uma porta que ninguém vai atender
Meu coração, bate sem saber
Que meu peito é uma porta que ninguém vai atender


Quem sente agora está ausente
Quem chora agora está por fora
Quem ama agora está na cama doente
Só corre nunca chega na frente
Se chega é pra dizer vou me embora
Sorriso não me deixa contente


E todas as pessoas que falam pra me consolar
Parece um bocado de boca se abrindo e fechando
Sem ninguém pra dublar
Eu já disse adeus antes mesmo de alguém me chamar
Não sirvo pra quem da conselho
Quebrei o espelho, torci o joelho, não vou mais jogar


Arnaldo Antunes

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Axl Rose: Um pirado romântico

Ele já não exibe mais as saradas formas e é visível que o tempo passou, como passa para todos. O astro que antes ostentava uma carinha de menino lindo e rebelde, com suas longas e loiras madeixas (Ou ruivas?), hoje se mostra um veterano que conquistou milhares de fãs com seu rock e levadas românticas.
Às vésperas de completar 48 anos e com 5 show agendados para o mês de março, em solo brasileiro (Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre), William Bruce Bailey, mais conhecido como Axl Rose, principal integrante da banda Guns N´Roses e dono de uma voz estridente, é considerado um dos grandes mitos da música nos últimos anos. Cercado de fatos envolvendo drogas, brigas, overdoses, amores e desamores, a história do Axl oscila.

Nos altos e baixos de uma carreira que iniciou na década de 80, é conhecido pelas atitudes polêmicas, personalidade forte e inconstante. Desde 2004 briga pelos direitos sobre o nome da banda que teve grande sucesso mundial entre 1988 e 1993, mas devido a conflitos de personalidade entre os membros levou ao fim do alinhamento original. Atualmente, Axl e Dizzy Reed são os únicos membros originais e, segundo declarações do próprio Axl, sem a menor possibilidade de retorno.

Com aproximadamente 100 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, o estilo musical, a presença em palco e a imagem de bad boy da banda contribuíram para o sucesso do grupo. De tanto gerar controvérsias, a banda chegou a ser apelidade de "A Mais Perigosa do Planeta".

Bom, marketing à parte, não é exatamente do Guns que quero falar, mas sim do Axl. Tudo bem que é praticamente impossível separar o criador da criatura e vice-versa, no entanto, alguns leitores do blog, têm constantemente pedido para discorrer sobre as composições do Axl.

É notável que o seu trabalho nos primeiros álbuns era, digamos, mais harmonioso, embora irrevente e um tanto 'agressivo'. Em uma fase regada a muita droga, sexo e rock in´roll, o controverso astro chegou a gravar sons pornográficos para colocar na música "Rocket Queen". Conforme sites especializados, os gemidos que se ouve nessa canção provém do ápice de uma gravação real de uma tarde de sexo entre ele e a namorada na época de Steven Adler.

UaUUUUU!!! Criativo, né não?

Bom, independente das celeumas do astro com os antigos integrantes do Guns, é inegável o talento do briguento Axl e, também, das grandes músicas por ele compostas. Então, por estas e outras, é sobre esta transloucada época que vamos viajar... Mas só no próximo post. ^^

domingo, 8 de novembro de 2009

Poesias psicodélicas

Encontrar água no deserto ou flores entre pedras, difícil mas não impossível. É mais ou menos isso o que me "desafiaram a fazer. Bom, o que a princípio parecia uma árdua tarefa, tornou-se uma descoberta prazerosa. Nem sempre os tidos como "durões" são áridos, muito pelo contrário.

Como algumas pessoas vivem repetindo que vejo poesia em tudo, descobrir pérolas em rock pesado, cuja batida psicodélica supõe protestos ou místicas composições marcadas por distorções, me pareceu fascinante, e eu não estava errada. O personagem em questão é nada menos que Paul Stanley, vocalista da lendária banda Kiss.

Descobrir poesia nas composições desta banda, não foi tão difícil quanto parecia, até porque, os cinquentões tem um vasto repertório. O mais interessante é associar os acordes ensurdecedores e o visual "exótico", às composições. Falar de amor e paixão, mostrando a língua, cuspindo fogo ou quebrando guitarra é, no mínimo, estranho.

Visual
- Maquiagem pesada, verdadeiras máscaras. A idéia de se apresentar com maquiagem cobrindo o rosto inteiro e não se mostrar em público sem ela, foi um artifício utilizado pelo Kiss durante anos, marca eternizada mundialmente pelo grupo na década de 70. Muitos foram as debates em torno do assunto, pois há os que afirmem que a banda copiou do brasileiro Secos & Molhados, o que é contestado pelos seguidores do Kiss. No entanto, segundo críticos e pesquisadores, o pioneirismo do grupo brasileiro de fato pode ser comprovado no primeiro álbum do Secos lançado em agosto de 1973, enquanto o debut da banda americana, data de fevereiro de 1974. Bom, mas isso é um outro papo.

Em entrevista publicada no Jornal do Brasil, Stanley definiu a banda como atemporal. "Mostre uma foto nossa para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, e ela lhe dirá o nome do grupo. A banda é maior do que seus integrantes. Por isso resolvemos manter as maquiagens dos membros originais para qualquer novo integrante na banda. É como se fossemos super-heróis. Ninguém precisa saber nossa identidade secreta", declarou.Como o nosso post é sobre poesia em "terra psicodélica", encontrei trechos nas composições que assemelham-se às músicas românticas, cujos autores estão apaixonados ou vivenciando histórias de amores impossíveis, como também, toques de erotismo permeiam sutilmente (ou não), algumas outras. Por isso, não esperem encontrar relatos macabros ou que se assemelhem a supostas lendas sobre pintinhos mortos em rituais, pois não vão encontrar nem uma pena, digo, nem um ponto. Curtam no próximo post músicas românticas made in Kiss e suas traduções. Boa viagem!!!

Nota da Diva L.: Obrigada ao Leokidman pela sugestão de pauta, foi realmente um ponto enriquecedor para o meu repertório. Que venham outras e outras sugestões. Valeu!!!!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Muito prazer, eu sou Arnaldo Antunes! Final

2006 - • A Sony/BMG relança NOME num kit composto por CD + DVD, remixado e remasterizado e com as imagens restauradas. Como extra, letras dos 30 poemas em português, inglês e espanhol. Arnaldo Antunes lançou originalmente NOME em 1993 como um projeto multimídia composto de CD + VÍDEO + LIVRO. • É um dos entrevistados do livro Estación Brasil - Conversaciones con músicos brasileños, de Violeta Weinschelbaum, do Grupo Editorial Norma, Buenos Aires, Argentina. • Nos CDs Universo ao meu redor e Infinito particular, Marisa Monte lança as parcerias com Arnaldo Antunes: A alma e a matéria, A primeira pedra, Aconteceu, Até parece, Cantinho escondido, Infinito particular, Levante, O bonde do dom, O rio, Quatro paredes, Satisfeito, Universo ao meu redor e Vilarejo. • Arnaldo participa da exposição The Image of Sound: Football, na Copa da Cultura, na St. Elisabeth Kirche, em Berlim, de 15 de junho a 9 de julho. • Participa da exposição A imagem do som de Dorival Caymmi, no Museu Afro Brasil, São Paulo, que mostra criações de 80 artistas inspiradas nas canções de Caymmi. • Apresenta-se em Berlim, com o show Saiba, na Copa da Cultura. • Lança em Portugal, nas cidades do Porto, Lisboa e Coimbra, o livro Antologia de Arnaldo Antunes, pela editora Quasi. • Participa, junto com artistas brasileiros, portugueses e espanhóis, da exposição Entre la palabra y la imagen, na Fundación Luis Seoane, em La Coruña, Espanha, e realiza performance poética. • Tem poemas incluídos na Antologia comentada da poesia brasileira do século 21, de Manuel da Costa Pinto, Publifolha, São Paulo, Brasil. • Tem letras incluídas no livro Curioso Clã, ed. Relógio d’Água, Portugal. • Lança o álbum QUALQUER, gravado em 3 dias, ao vivo no estúdio, com Dadi Carvalho, Edgard Scandurra, Daniel Jobim, Cézar Mendes e Chico Salem. • Luiza Possi grava Se no meio do que você está fazendo você pára, de Arnaldo e Nando Reis. • Realiza performance poética, no Psiu Poético, em Montes Claros, MG. • Realiza leitura de poemas no projeto Reading with the Ears, no Centro Brasileiro Britânico, São Paulo • Participa do Sempre um Papo, em Brasília, Curitiba e Itabira (MG). • Participa da exposição A Imagem do Som da Música Popular Brasileira, no Paço Imperial, Rio de Janeiro, com trabalho sobre a música Até quem sabe, de João Donato e Lysias Ênio. • Lança Como É que Chama o Nome Disso - Antologia, editado por Arthur Nestrosvki, Publifolha. • Lança o livro Frases do Tomé aos Três Anos, pela editora Alegoria. • Realiza a instalação Palavra Desordem, nas paredes de vidro do Clo Restaurante, em São Paulo. • Edvaldo Santa grava “Chacina”, dele e Arnaldo.

2007 - Arnaldo Antunes continua com sua excursão do cd “Qualquer” em várias cidades do país, além de algumas participações especiais, como em um show de Lenine no Recife/PE e de Carlinhos Brown, em Salvador/BA, ambos em fevereiro. Em agosto realiza show com Edgard Scandurra, parceiro de longa data, em Maceió/AL. No mês de outubro participa do conceituado projeto do Sesc “Era Iluminada”. Faz também alguns shows no exterior como, por exemplo, em Barcelona (Espanha), em abril.
Realiza performances poéticas no Brasil e no exterior, (Cidade do México, em outubro, Guadalajara, México, em dezembro)
Com o andamento da turnê, a sonoridade das apresentações foi ficando mais coesa e surgiu a oportunidade de registrá-la em DVD. Então, no dia 14 de agosto é gravado “Ao Vivo no Estúdio”, no Estúdio Mosh, São Paulo, para uma platéia de 50 convidados, com participações especiais de Nando Reis, Edgard Scandurra, Branco Mello e dos “Tribalistas” Carlinhos Brown e Marisa Monte. Lançado pela gravadora Biscoito Fino em novembro.
Faz participação especial no DVD Infantil “Pé Com pé”, do Palavra Cantada, lançado no inicio do ano. Paulinho da Viola grava no CD/DVD “Acústico MTV”, a canção Talismã em parceria com Arnaldo Antunes e Marisa Monte. Péricles Cavalcanti regrava Eva e Eu, parceria dele com Arnaldo, no CD “O Rei da Cultura”.
Arnaldo também participa do CD “Salvador Negroamor”, produzido por Mayanga Produções, na faixa Zumbi, com Aloísio Menezes, com produção de Arto Lindsay. Maria Bethânia grava no CD “Dentro do mar tem rio” a música Debaixo d’água, de Arnaldo e Agora (dele com Titãs). Timbalada grava ao vivo Regionágua, de Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes e Peu Meurray.

2008 - O álbum “Ao Vivo No Estúdio” é indicado ao Grammy Latino, como Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro e recebe o Prêmio Tim por melhor álbum Pop/Rock.
O show “Ao Vivo no Estúdio” prossegue por várias cidades do Brasil.
Arnaldo é convidado para participar de alguns shows do encontro entre os Titãs e Paralamas do Sucesso em comemoração aos 25 anos de carreira das bandas, em Porto Alegre/RS, Florianópolis/SC, Belo Horizonte (BH), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), onde foi gravado o DVD.
Apresenta concerto como convidado da Orquestra Sinfônica da Paraíba, no XII Fernart – Festival Nacional de Artes.
Participa da 4º edição da virada Cultural, em São Paulo, no “Palco rock Republica”.
Em julho, apresenta performance poética no “Poesie Festival Berlin”, na Alemanha e shows do “Ao Vivo No Estúdio” em Cisterino (Itália), Lisboa e Porto (Portugal). Volta a Portugal em agosto, para se apresentar no “Festival do Sudoeste,” em Zambujeira do Mar.
Integra em 26 de setembro, o festival “Conexão Latina”, com o peruano Eber Riveros “Chocolate” e os “Los Cajones”, no auditório Simon Bolívar, Memorial da América Latina (SP).
Participa de encontro literário na “XII Feira Pan – Amazônica do Livro”, dia 28/09 em Belém/PA e da Feira do Livro, em São Luiz do Maranhão, dia 19/10.
No mês de outubro foi a vez de dividir um show com a cantora baiana Pitty no projeto “Loucos por Música”, no Rio de Janeiro/RJ e em Salvador/BA.
Elabora, com Edgard Scandurra, um show inédito, em duo, com parcerias produzidas ao longo de 10 anos, e se apresentam em Nova Lima/MG, São Paulo/SP em agosto. Em novembro a parceria rende shows internacionais no dia 15/11, no Niceto Club, em Buenos Aires (Argentina) e 16/11, no Teatro Plaza, em Montevideo (Uruguai). As apresentações foram sucesso de critica e público em ambos os países.
No mês de dezembro ele faz a exposição “Máximo, Vírgula e 360º”, na galeria de arte Laura Marsiaj em Ipanema, no Rio de Janeiro.
O grupo Palavra Cantada lança “Palavra Cantada Tocada”, com a canção Do Vento, parceria de Arnaldo com Paulo Tatit e Sandra Peres e o CD em espanhol “Canciones Curiosas”, que inclui uma versão de Criança não Trabalha (Arnaldo e Paulo Tatit).
Outros artistas gravam canções de Arnaldo Antunes no decorrer do ano. Simone e Zélia Duncan regravam Grávida (Arnaldo Antunes e Marina Lima) e Alma (Arnaldo e Pepeu Gomes), no CD e DVD ao vivo “Amigo é Casa”.
Tom Zé faz 4 parcerias com Arnaldo Antunes e as grava no CD “Estudando a Bossa”. Arnaldo participa também do CD “Movimenta o C.e.l.e.b.r.o”, da banda Gigante. Adriana Calcanhotto grava Para lá, parceria dela com Arnaldo, no álbum “Maré”. Ney Matogrosso nomeia seu novo show de Inclassificáveis, canção de Arnaldo, e a grava em CD e DVD ao vivo. A canção Se tudo pode acontecer é gravada por Wanderlea no CD “Nova Estação” e por Lua no cd “Lua”. Cris Aflalo grava Quase tudo (Arnaldo Antunes com Péricles Cavalcanti) e Um som (Arnaldo Antunes e Paulo Tatit). Lenine grava duas novas parcerias com Arnaldo — O Céu é Muito e Excesso Exceto, no CD “Labiata”. Outra parceria dos dois, Rua de Passagem - Trânsito, é regravada por Elba Ramalho. Grava também com Liliana Herrero a canção Beija-me, Amor, dos Mutantes, para coletânea de regravações deles feitas por artistas latinos.
Arnaldo ainda publica muitos textos no decorrer do ano, como:
Prefácio do livro “Retratos Falantes”, de Paulo Fridman, lançado pela editora DVA Dórea Books and Art;
Texto para catálogo da exposição “B.a.b.i.l.a.q.u.e.s. : alguns cristais clivados”, de Waly Salomão, da Contra Capa livrarias e Kabuki, realização “Oi futuro”;
Release do livro “Música, Ídolos e Poder – do vinil ao download”, de André Midani, da editora Nova Fronteira;
Texto para o livro “Omara e Bethânia - Cuba & Bahia”, ao lado de Omara Portuondo, Maria Bethânia, Frank Padrón, Lya Luft e Mônica Waldvoguel, lançado pela editora Nova Fronteira; Publicação de entrevista na revista americana “Bomb – Winter”, na edição de nº 102, por Eucanaã Ferraz e tradução de Claudio Brandt;
Publicação de poemas na revista “Inimigo Rumor” nº 14, da editora Cosac & Naify.

2009 - É lançado em janeiro o documentário “Titãs - A vida ate parece uma festa”, dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues, com produção da Casa 5 Produções Artísticas Ltda e INK geração e Produção de Conteúdos Ltda. Lança o álbum Iê Iê Iê. É uma palavra que não está no dicionário, mas todo mundo sabe o que significa. Música jovem de uma época, com seu repertório de timbres, trejeitos, colares, carros e cabelos, o termo traduz um estilo que parece ter ficado parado no tempo, como se fosse um nome que se dava ao rock'n roll antes dele se chamar rock'n roll. Uma espécie de proto-rock, que se desdobrou em muitos afluentes de tendências e fusões.
A decisão de chamar esse disco de IÊ IÊ IÊ veio antes da sua feitura. Eu, que, em geral, decido os títulos só depois dos trabalhos concluídos, sabia dessa vez, desde o início, que queria fazer um disco de iê iê iê, chamado IÊ IÊ IÊ. Um pouco pelo sabor das coisas que vinha compondo, um pouco pelo desejo de voltar a uma sonoridade mais dançante, depois de dois discos (um de estúdio, QUALQUER, e outro ao vivo, também registrado em DVD, AO VIVO NO ESTÚDIO) gravados com uma formação mais leve, apenas com instrumentos de cordas (violões, guitarras, baixo) e piano (substituído no AO VIVO por teclados ou sanfona); sem bateria nem qualquer instrumento de percussão.

Fonte: Site Oficial do Arnaldo Antunes

domingo, 18 de outubro de 2009

Muito prazer, eu sou Arnaldo Antunes! Parte 6

2003 - O CD TRIBALISTAS recebe disco de platina triplo no Brasil e platina na Itália e em Portugal. • No carnaval da Bahia Arnaldo canta nos trios Camarote Andante, de Carlinhos Brown, e Expresso 2222, de Gilberto Gil. • Participa da gravação do DVD e CD JOTA QUEST AO VIVO MTV, em Belo Horizonte, MG, cantando com eles a sua parceria Tanto Faz. • O CD TRIBALISTAS recebe o prêmio na categoria Música Popular, de Melhor Disco do Ano, da APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes. • Lança ET EU TU, livro de poemas de Arnaldo sobre imagens da artista Marcia Xavier. • Recebe, com os tribalistas, os troféus de Melhor Música, Melhor CD e Melhor DVD, no Prêmio Multishow da Música Brasileira. • Realiza a exposição ESCRITA À MÃO, individual da série de caligrafias, no Centro Universitário Maria Antônia, em São Paulo, e também no Rio de Janeiro, na galeria Nova Laura Marsiaj, no Rio de Janeiro. • Apresenta o show Paradeiro no Festival Sudoeste, no Alentejo, Portugal, e no Festival de Navarra, em Pamplona, Espanha. • Tem músicas gravadas por Carlinhos Brown: Carlito Marrón e Baby Groove, parceria com Carlinhos Brown, e Ifá de Copacabana, com Brown e Davi Moraes; e por Daniela Mercury: To remember, com Carlinhos Brown. • Os tribalistas recebem o Prêmio Tim de Melhor Grupo e o Prêmio Austregésilo de Athaíde, na categoria Melhor CD. Recebem o Troféu Imprensa 2002 de Melhor Grupo e Melhor Música – Já Sei Namorar • Os tribalistas apresentam-se juntos, pela primeira vez, no encerramento da festa do Grammy Latino 2003, em Miami, EUA, onde recebem o prêmio de Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro. Apresentam-se em Verona, Itália, no Festivalbar, onde recebem o Troféu de Música do Ano – Já Sei Namorar. E em Paris fazem showcase. Recebem o troféu Ondas de Ouro de Melhor Artista ou Grupo Latino, no Premios Ondas 2003 – España. Recebem o prêmio Italian Music Awards Italy (2003) – Best Breaktrough International Artist. No Brasil recebem o Prêmio Nickelodeon Brasil 2003 – Melhor Música (Já sei namorar) e Melhor Banda. • No estúdio de Chico Neves, no Rio de Janeiro, Arnaldo começa a gravar o novo CD SAIBA, com os seguintes músicos: Bartolo, Boghan Costa, Carlinhos Brown, Cézar Mendes, Chico Neves, Dadi Carvalho, Daniel Jobim, Edgard Scandurra, Fabio Tagliaferri, Haxi, Jaques Morelenbaum, Léo Bit Bit, Paulo Tatit, Pedro Sá, Walter Costa e Zaba Moreau, e a participação especial de Marisa Monte.

2004 - • Realiza exposição de reprodução de poemas visuais, trabalhos gráficos e plásticos, e exibição do vídeo NOME, na 4ª edição do Festival de Arte do Centro Histórico em João Pessoa, Centro em Cena. • Lança o CD SAIBA, o primeiro pelo seu próprio selo Rosa Celeste, com distribuição e promoção da BMG. • Excursiona com o show SAIBA por diversas cidades do Brasil. A banda que o acompanha é formada por Bartolo (guitarra), Chico Salém (violão e guitarra), Curumim (bateria), Henrique Alves (baixo) e Marcelo Éfori (percussão e sampler). O cenário e o figurino são concebidos por Suzana Yamauchi. • Tem as músicas Alegria e Tema de Benjamim incluídas no CD BENJAMIM, trilha do filme de M. Gardenberg. • Participa da Festa Literária Internacional de Parati (FLIP) (RJ), na mesa redonda "A lírica exata: três vozes", ao lado de Francisco Alvim e Antonio Cícero e realiza performance. • Participa do Revezamento Musical que encerrou a passagem da Tocha Olímpica pelo Rio de Janeiro. • Participa do Sonoras Galáxias, evento em homenagem ao poeta Haroldo de Campos, em São Paulo. • Canta o Hino do Santos no CD Hinos do Placar. • Tem músicas gravadas por Davi Moraes: Pretoriana, de Arnaldo e Carlinhos Brown; por Lula Queiroga: Sentimental, de Arnaldo, Lenine, Lula Queiroga; pelos Titãs: Esperando para atravessar a rua, de Arnaldo, Tony Bellotto, Branco Mello, Charles Gavin; por Margareth Menezes: Passe em casa, Arnaldo, Carlinhos Brown, Margareth Menezes; por Adriana Calcanhotto: Saiba; por Nando Reis: Mantra, dele e Arnaldo. • O grupo português Clã grava Eu ninguém e Seja como for, de Arnaldo Antunes e Hélder Gonçalvez no CD ROSA CARNE, da EMI Music Portugal. • Grava o clipe de "Saiba", música título do novo cd, dirigido por Estevão Ciavatta, em um armazém do Cais do Porto, no Rio de Janeiro. • Realiza performance de poesia no Museo de la Ciudad de México, na 4ª Feira do Livro do Zócalo, que tinha por tema: "La Ciudad, um libro abierto", e a Performance Poética na 50ª Feira do Livro de Porto Alegre. • O livro de poesia ET EU TU, ganha o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, pelo 1º lugar na CATEGORIA PROJETO e PRODUÇÃO EDITORIAL. Os produtores são Carlito Carvalhosa, Arnaldo Antunes e Marcia Xavier. • Arnaldo abre o festival Estación Brasil, no Teatro Gran Rex, em Buenos Aires, Argentina, com o show Saiba. • Expõe a escultura Infinitozinho, um totem de 125 cm de altura, com a palavra "infinitozinho", na coletiva MÚLTIPLOS, na galeria Laura Marsiaj Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil. • Participa da exposição Tudo é Brasil, organizada por Lauro Cavalcanti, no Paço Imperial do Rio de Janeiro.

2005 - • Arnaldo apresenta o show Saiba, em Portugal: no Centro Cultural de Belém, Lisboa, e no Teatro Rivoli, na cidade do Porto. • Participa da exposição Tudo é Brasil, no Instituto Itaú Cultural. • Realiza Performance Poética em Turim, Itália. • Apresenta o show Saiba em diversas cidades da Espanha: na Sala Clamores, em Madri, no Centro Cultural Delicias, Zaragoza, no 16º Festival de Jazz y Música Creativa Woll Damm de Ciutat Vella, em Barcelona, no Auditorio de Múrcia, em Múrcia, no Festival Sons da Diversidade, em Santiago de Compostela, no Festival Territorios, em Sevilha. • Realiza a Exposição Palavra Imagem, na galeria Bolsa de Arte, em Porto Alegre, RS. • Participa, com o grupo Clã, do show da Gala da Fundação Luso-Brasileira, no Cassino do Estoril, em Portugal. • Realiza performance/show de poesia, com o lançamento do CD de poesia TRANSBORDA, produzido pelo Absolute Poetry - October Poetry Festival, em Monfalcone, na Itália. • Participa da antologia São Paulo em preto e branco pelo olhar de seus escritores, organizada por Maria Aparecida Junqueira e Maria Rosa Duarte de Oliveira, lançada pelo Sesc e Puc-SP. • Tem música gravada pela A Cor do Som , “O dia de amanhã”, dele e Dadi; pelo AfroReggae, “Nenhum motivo explica a guerra”, com letra de Arnaldo. • Dadi grava as parcerias com Arnaldo: “2 perdidos”, “Da aurora até o luar”, “Cantado por você”, “Se assim quiser”, “Bandeira clara”, “Imaginado”. Juliana Diniz grava “Eu sonhei com você”, de Arnaldo, Marisa Monte e Mauro Diniz; as Porcas Borboletas, “Eu”, de Arnaldo Antunes e Enzo Banzo; Renato Godá grava “Música alta”; a Revista do Samba, “Ela dança bem”, de Arnaldo Antunes e Paulo Miklos. • Sandra Peres e Paulo Tatit gravam “África”, de Arnaldo Antunes, Paulo Tatit e Sandra Peres, e “Oiá”, de Arnaldo e Sandra Peres. • Participa da exposição A Imagem do Som de Dorival Caymmi, com trabalho sobre a música “Vatapá”. Este trabalho é publicado no livro “A imagem do Som - volume VI - Dorival Caymmi, 80 composições de Dorival Caymmi interepretadas por 80 artistas contemporâneos”. • É um dos entrevistados do livro Sobre o Silêncio, de Andréa Bomfim Perdigão, O Pulso Editorial, São José dos Campos, São Paulo.

Fonte: Site Oficial do Arnaldo Antunes

sábado, 17 de outubro de 2009

Arnaldo pra crianças... E adultos também!

"Para provar que é possível fazer música de gente grande para crianças, talentos da música brasileira se uniram para gravar um disco com as composições feitas para seus próprios filhos. Juntos, Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Taciana Barros e Antonio Pinto brincam de ser crianças em cima de um palco ao apresentarem as 14 canções que fazem parte do álbum Pequeno Cidadão. O trabalho musical, rotulado por seus autores como "Música Psicodélica para Crianças", tem letras que falam dos primeiros pepinos existenciais do ser humano, como a difícil hora de largar a chupeta e a obrigação versus diversão. Ainda, são cantados temas como a dor-de-cotovelo, problemas de criança que podem ser carregados até a idade adulta. Além de conscientizar, Pequeno Cidadão coloca as crianças em contato com estilos que vão do pop ao forró." (Texto extraído do site Submarino)

Música: Tchau Chupeta (Taciana Barros & Arnaldo Antunes). Dirigido por Fábio Mendonça, Arte Claudia Briza, Animação e Execução O2 Filmes / 2009.






Making of da música "Leitinho Bom" do disco "Pequeno Cidadão". Projeto de música infantil produzido por: Edgard Scandurra, Antonio Pinto, Arnaldo Antunes e Taciana, com participações de seus filhos nos vocais.



















sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Muito prazer, eu sou Arnaldo Antunes! Parte 4

1996 - Excursiona com o show Ninguém por todo Brasil. Tem poemas incluídos na Antologia Poética: Brasil-Colômbia (Para Conocernos Mejor), organizada por Aguinaldo José Gonçalves e Juan M. Roca, Editora Unesp, São Paulo. Participa nos Estados Unidos da exposição Manipulated Word/Text and Image, South Florida Arts Center/Ground Level Gallery, integrando o New Vison Florida-Brazil/A Festival Exchange, em Miami, na Flórida. Grava o CD O Silêncio, pela BMG Brasil, produzido por Mitar Subotic (Suba), com Edgard Scandurra, Paulo Tatit, Pedro Ito, Zaba Moreau e participações especiais de Carlinhos Brown e Chico Science. O release de apresentação é escrito por Péricles Cavalcanti.
Nos Estados Unidos apresenta a performance Nome, no Festival New Vison Florida/Brazil/A Festival Exchange, no Colony Theater, em Miami, Flórida. Estréia o show de lançamento do CD O Silêncio e tem as músicas Eva e Eu, Que Te Quero e Desce gravadas com a orquestra Jazz Sinfônica em apresentação ao vivo no TUCA e no SESC Pompéia. Essas faixas foram lançadas no CD Mundo São Paulo.
Participa do home video Barulhinho Bom, de Marisa Monte, com Carlinhos Brown e Davi Moraes, realizado pela Conspiração Filmes e do CD O Triângulo Sem Bermudas, com releituras de músicas dos Mutantes, interpretando Dia 36. Tem músicas gravadas por Maria Bethania (Lua vermelha, com Carlinhos Brown e Alegria), Odair José (Baby, com Marcelo Fromer e Paulo Miklos), O Terço (Folhas secas) e Palavra Cantada (Era uma vez e Pipoca, com Paulo Tatit e Sandra Peres).

1997 - Nasce Brás, terceiro filho de Arnaldo e Zaba. • Arnaldo tem poemas incluídos nas antologias NORTE Y SUR DE LA POESÍA IBEROAMERICANA — ARGENTINA. BRASIL, CHILE, COLÔMBIA, ESPANHA, MÉXICO, VENEZUELA, organizada por Consuelo Triviño, Editorial Verbum, Colômbia e NOTHING THE SUN COULD NOT EXPLAIN — CONTEMPORARY BRAZILIAN POETS, antologia bilíngüe de vinte poetas brasileiros contemporâneos, organizada por Michael Palmer, Régis Bonvicino e Nelson Ascher, com colaboração de João Almino, Sun & Moon Press, Los Angeles, EUA. • A faixa O Silêncio é incluída na antologia Bati Macumba, lançada pela Bad New Records, no Japão. • Arnaldo participa do Festival da Cultura Caribenha – Fiesta del Fuego, em Santiago de Cuba, e da VI Bienal de La Havana — O indivíduo e sua memória, Havana, Cuba. • Prossegue apresentando o show O Silêncio por todo o Brasil. • Compõe e grava trilha sonora (em parceria com Leonardo Aldrovandi), para o espetáculo Nº 2, de Tiago Carneiro da Cunha, apresentado no Grec 97 – Festival d'estiu de Barcelona e na Expo Portugal. • Participa novamente do festival New Vison Florida/Brazil, dessa vez apresentando performance conjunta com o violinista Cuba Alfredo Triff, na Galeria Ambrosino, Miami, EUA. • Participa da gravação do CD e DVD TITÃS — ACÚSTICO, a primeira apresentação e gravação com os Titãs, desde sua saída da banda no final 1992. • Canta na faixa Xiquexique, de PARABELO, trilha sonora de Tom Zé e Zé Miguel Wisnick, para espetáculo de dança do Grupo Corpo. Essa faixa é também incluída no CD DEFEITO DE FABRICAÇÃO, de Tom Zé, Luaka Bop (EUA). • Publica, pela Editora Perspectiva, dentro da coleção Signos, organizada por Haroldo de Campos, o livro de poemas 2 OU + CORPOS NO MESMO ESPAÇO, que vem acompanhado de um CD com sonorização de alguns poemas em vários canais de vozes simultâneas, gravado especialmente por Arnaldo, produzido por Alê Siqueira. • Participa do CD coletivo CANÇÕES DO DIVINO MESTRE, que acompanha a edição do Bhagavad Gita, traduzido por Rogério Duarte, no qual vários artistas musicam trechos do texto. Arnaldo participa do CD BENZINA, de Edgard Scandurra, interpretando uma parceria dos dois Um olho na ponta de cada dedo. Edgard também grava Gera, degenera, dele e Arnaldo. • Gilberto Gil grava A ciência em si, parceria dele e Arnaldo, em seu CD QUANTA. • Rita Lee grava O que você quer, de Arnaldo e Roberto de Carvalho. • Ornella Vanoni grava SantÁllegria, versão em italiano da música Bem leve, de Arnaldo e Marisa Monte.

1998 - Tem poemas incluídos na antologia ESSES POETAS — UMA ANTOLOGIA DOS ANOS 90, organizada por Heloisa Buarque de Holanda, Aeroplano Editora, Rio de Janeiro, Brasil. • As Faixas Imagem, de Arnaldo e Péricles Cavalcanti, e O seu olhar, de Arnaldo e Paulo Tatit, dos CDs NOME e NINGUÉM são incluídas na antologia de música brasileira, compilada por David Byrne, BELEZA TROPICAL 2 — NEW! MORE! BETTER!, lançada pela Luaka Bop/Warner Bros, nos EUA. • A Companhia de Dança Orgone, apresenta o espetáculo O Meu Dentro é o Que Escorre, baseado nas gravações do CD que acompanha o livro 2 Ou + Corpos no Mesmo Espaço. • Participa da exposição Handmade, Ideogramas, Caligrafias, etc., com Walter Silveira, apresentando ideogramas e caligrafias no Ybakatu Espaço de Arte, em Curitiba. • Grava, com Arto Lindsay e Davi Moraes, a faixa Sem Você, parceria com Carlinhos Brown, para a coletânea Onda Sonora — Red Hot + Lisbon, Red Hot Organization/Movieplay Portuguesa. • A faixa Abraço, parceria com Suba, gravada por ele em seu CD SP Confessions, é incluída na antologia Freezone 5: The Radio Is Teaching My Goldfish Ju-jitsu, lançada pela Crammed Discs, na Bélgica. • Realiza a produção fonográfica do CD Crisantempo de Haroldo de Campos, que acompanha o livro de mesmo título, Ed. Perspectiva, São Paulo. • Grava o seu quarto CD solo, Um Som, pela BMG Brasil, produzido por Chico Neves, do qual participam os músicos Edgard Scandurra, Paulo Tatit, Pedro Ito, Zaba Moreau, Bartolo, Davi Moraes, Moreno Veloso, Fabio Tagliafferri, Paulo Freire, Pedro Sá, Saadet Türkoz, Toninho Ferragutti, Marco Suzano e João Barone. A mixagem deste foi feita na Inglaterra, no estúdio Real World, de Peter Gabriel. O release de apresentação de Um Som é escrito por Marisa Monte. • Participa da XXIV Bienal Internacional de São Paulo, com uma instalação gráfico-poética com camadas de cartazes colados e rasgados. • Estréia o show Um Som, excursionando por diversas cidades do Brasil. • Tem duas parcerias com Carlinhos Brown gravadas por ele em seu CD Omelete Man. • Participa novamente do projeto infantil Palavra Cantada, dessa vez no CD Canções Curiosas, com as músicas Cultura e Criança Não Trabalha (com Paulo Tatit). • O Grupo Molejo grava Família (de Arnaldo e Toni Bellotto).

1999 - Arnaldo prossegue apresentando o show Um Som pelo Brasil. • Tem poemas incluídos nas antologias FESTA DA LÍNGUA PORTUGUESA 2 – VOZES POÉTICAS DA LUSOFONIA, editado em Sintra, Portugal, pela Câmara Municipal e Instituto Camões, e na LKM – DINGE ZWISCHEN LEBEN, Kunst & Werk, Lebemskunstwerke, Alemanha. • Participa da trilha do filme Gêmeas, uma adaptação da obra de Nelson Rodrigues, dirigido por Andrucha Waddington, interpretando a canção Bandeira Branca (de Max Nunes e Laércio Alves). • É lançado o CD FOCUS – O ESSENCIAL DE ARNALDO ANTUNES, uma coletânea do trabalho solo organizada pela BMG Brasil. • Recebe o prêmio de Melhor Clip Pop Brasileiro, com o clipe de Música para Ouvir, dirigido por Andrew Waddington e Toni Vanzolini, da Conspiração Filmes, na quinta edição do MTV Awards Brasil. • Participa da II Bienal de Artes Visuais do Mercosul, em Porto Alegre, evento distribuído em três espaços, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, na Usina do Gasômetro e em sete armazéns às margens do rio Guaíba, onde expõe duas grandes instalações construídas com letras de alumínio pintadas — Cresce e Infinitozinho. • Tem músicas gravadas por Ana Carolina — Agora ou Nunca, parceria com Sérgio Britto e Marcelo Fromer —, pela Timbalada — Pense Minha Cor, parceria com Carlinhos Brown —, Lenine — Rua da Passagem, com Lenine — e Cássia Eller — Um Branco, Um Xis, Um Zero, parceria com Marisa Monte e Pepeu Gomes. • Para o selo infantil Palavra Cantada, compõe Do Vento, gravada no CD MIL PÁSSAROS – 7 HISTÓRIAS DE RUTH ROCHA, canção que depois virá a regravar em seu CD PARADEIRO. • Participa do SONGBOOK JOÃO DONATO, interpretando A Bruxa de Mentira, de João Donato e Gilberto Gil; do SONGBOOK CHICO BUARQUE, interpretando Cotidiano, de Chico Buarque; dos CDs SÃO PAULO CONFESSIONS, de Suba, com a canção Abraço, de Arnaldo e Suba, e do TRIBUTO A CAZUZA, interpretando Mal Nenhum, Cazuza.

Fonte: Site Oficial do Arnaldo Antunes
Fotos: Diversos

Qualquer coisa...


Socorro
Arnaldo Antunes/ Alice Ruiz
Socorro!
Não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena, qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Socorro!
Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada...
Socorro!
Não estou sentindo nada [nada]
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Eu Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate
Nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...

Muito prazer, eu sou Arnaldo Antunes! Parte 3

1990 - Arnaldo tem poemas projetados com raio laser na intervenção urbana realizada na Avenida Paulista, com Haroldo e Augusto de Campos e Walter Silveira. • Publica TUDOS, pela Editora Iluminuras. • Faz leituras de poemas de Paulo Leminski, numa homenagem ao poeta, no evento Perhappiness I, na Fundação Cultural de Curitiba. • Participa da mostra de poesia visual Transfutur — Visuelle Poesie, na cidade de Kassel, Alemanha. • Compõe Cabelo com Jorge Benjor, que é gravada por ele e também por Gal Costa.

1991 - Apresenta-se com os Titãs no Rock in Rio II, no Maracanã, na mesma noite do Hanói-Hanói, Guns N’Roses, Billy Idol e Faith No More. • O livro PSIA é reeditado pela Editora Iluminuras. • Nasce Celeste, segunda filha de Arnaldo e Zaba. • Arnaldo participa da mostra de Poesia Visual — Nomuque Edições 1974/1991, no MASP – Museu de Arte de São Paulo. • Pela primeira ele vez grava uma música solo: E só, incluída no LP ROCK DE AUTOR, lançado pelo selo independente Manifesto, ao lado de outros nomes conhecidos do pop brasileiro: Paulo Miklos, Nasi, do Ira!, Akira S., de Akira S. & As Garotas que Erraram etc. A produção gráfica da capa e do encarte do LP ROCK DE AUTOR é de Zaba Moreau. • Arnaldo tem seu poema H2Omem, exposto em outdoor, em projeto da Secretaria da Cultura, homenageando a Avenida Paulista. • Participa da segunda intervenção urbana com a projeção de poemas a laser nas fachadas dos edifícios das avenidas Paulista e Consolação, dessa vez também com versões sonoras. O evento incluiu poemas de Arnaldo, Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Walter Silveira e do mexicano Octavio Paz. • Lança com os Titãs TUDO AO MESMO TEMPO AGORA, WEA, produzido pelos próprios Titãs, que recebe disco de ouro. Todas as 15 faixas do LP são assinadas pela primeira vez coletivamente pelos oito titãs. O home video com o making off da gravação do CD é produzido pela Conspiração Filmes. • Apresentam o show de Tudo ao Mesmo Tempo Agora em todo Brasil e em três cidades dos Estados Unidos (San Diego, Los Angeles e São Francisco). • Marisa Monte grava Volte para o seu lar, de Arnaldo Antunes, Eu não sou da sua rua, de Arnaldo Antunes e Branco Mello, e Beija eu, de Arnaldo Antunes, Arto Lindsay e Marisa Monte, em MAIS, seu segundo disco. • Marina Lima grava parceria dela com Arnaldo, Grávida. • A canção Não há perdão para o chato, parceria de Arnaldo com Cazuza e Zaba Moreau, é lançada em POR AÍ…, disco póstumo de Cazuza.

1992 - Participa da exposição p0es1e — digitale dichtkunst, na Galerie Am Market Annaberg-Burchholz, em Munique, Alemanha. • Produz o CD ISTO NÃO É UM LIVRO DE VIAGEM, no qual o poeta Haroldo de Campos grava 16 poemas do livro GALÁXIAS, acompanhado pela cítara de Alberto Marsicano, pela Editora 34. • Recebe o Prêmio de Melhor Música do Ano para Grávida, em parceria com Marina Lima, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, APCA. • Começa a trabalhar animações em computador com Zaba Moreau, Kiko Mistrorigo e Célia Catunda.
• Realiza trabalhos gráficos em parceria com Augusto de Campos para o livro RIMBAUD LIVRE, lançado pela Editora Perspectiva. • Publica o livro AS COISAS, pela Editora Iluminuras, ilustrado por sua filha Rosa, então com três anos. • Arnaldo resolve sair dos Titãs depois de dez anos como integrante da banda. • Apesar de sua saída, Arnaldo continuará compondo com os Titãs. Várias dessas parcerias serão incluídas nos futuros discos dos Titãs, assim como nos discos solo de Arnaldo. • Tem composições gravadas por Hanói-Hanói — Pensamento, com Arnaldo Brandão — e por Adriana Calcanhotto — Velhos e jovens, com Péricles Cavalcanti.












1993 - Lança, pela BMG, gravadora que o contrata como artista solo, o CD e vídeo NOME, que vinha realizando com Zaba Moreau, Célia Catunda e Kiko Mistrorigo há mais de um ano, unindo música, poesia e produção gráfica em um único projeto. O CD é produzido por Arnaldo, Paulo Tatit e Rodolfo Stroeter, com participações especiais de Marisa Monte, João Donato, Arto Lindsay, Edgard Scandurra e Péricles Cavalcanti. O vídeo contém 30 peças com o intuito de dar movimento à palavra escrita. • O livro AS COISAS, recebe o Prêmio Jabuti de Poesia. • Arnaldo participa da exposição Arte Brasil, em Konstanz, Alemanha. • Integra o grupo Ouver, com Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Livio Tragtemberg, Walter Silveira e outros, com o qual apresenta performance poética na comemoração dos "30 Anos da Semana Nacional de Poesia de Vanguarda", Teatro Alterosa, no Centro Cultural da UFMG, em Belo Horizonte, MG, e no "Perhappiness 93", evento em homenagem a Paulo Leminski, organizado pela Fundação Cultural de Curitiba. • Faz a capa do livro TEXTOS E TRIBOS, de Antônio Risério, Editora Imago. • Gilberto Gil e Caetano Veloso gravam, em seu disco conjunto TROPICÁLIA 2, a canção As Coisas, feita por Gil sobre texto de Arnaldo. • O Ira! grava Perigo, parceria de Arnaldo e Edgard Scandurra.

1994 - Participa de diversas exposições no Brasil: Entretexto, individual no Centro de Artes UFF, UFRJ, em Niterói, RJ; Livro de Artista — O livro-objeto, Centro de Artes Visuais Raimundo Cela, Secretaria de Cultura do Estado Ceará; Arte /Cidade (1º Módulo) — A Cidade Sem Janelas, com curadoria de Nelson Brissac, Matadouro Municipal, São Paulo. • Com Lenora de Barros realiza a performance O Desejo é o Começo do Corpo, no II Encontro Bienal da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, "Corpo-Mente, uma fronteira móvel", São Paulo. • O Grupo Cena 11, de Santa Catarina, realiza a performance O Novo Cangaço com músicas de Arnaldo. • Com Zaba Moreau, segue para a Áustria, onde realiza a performance Nome, com música, leitura e projeção do vídeo, no evento Club Dadada, Festival Steirischer Herbst, na cidade Graz. • Durante o ano realiza o show Nome em diversas cidades brasileiras, com cenário de Nuno Ramos, onde o vídeo Nome é projetado sobre camisas brancas gigantescas, infladas por máquinas de vento. A banda que o acompanha é formada por Edgard Scandurra (guitarra), Paulo Tatit (baixo e violão), Zaba Moreau (teclados), Peter Price (percussão) e Pedro Ito (bateria). • No Rio, o show tem a participação de Marisa Monte, cantando com ele Alta noite. • O vídeo NOME é exibido em festivais de vídeo e mostras nos Estados Unidos, Áustria, Itália, França, Alemanha, Suíça, Suécia, Espanha, Holanda, Mônaco, Austrália, Uruguai, Argentina, Colômbia e Chile. Recebe uma Menção Honrosa do Juri de The First Annual New York Video Festival, Nova York, EUA e a Recomendação do Juri do Festival Internacional de Video da Cidade de Vigo, na Espanha, em 1995. • Participa da trilha sonora do filme Mil e Uma, de Susana Moraes, composta por Péricles Cavalcanti, interpretando Tema de Antônio, de Péricles Cavalcanti, e Perfil, de Arnaldo, Nando Reis e Péricles Cavalcanti, lançada no CD MIL E UMA pela Natasha Records, • Participa do disco infantil CANÇÕES DE NINAR, com a canção Dorme, lançado nos Estados Unidos pela Ellipsis arts… no CD BRAZILIAN LULLABY. • Tem composições gravadas por Marisa Monte — Alta noite, dele e Bem leve e De mais ninguém, em parceria com Marisa —, Adriana Calcanhotto — Estrelas, com Sérgio Britto —, Cássia Eller — Socorro, com Alice Ruiz —, Margareth Menezes — O que — e pela banda Golpe de Estado — No Entanto.

1995 - Grava o CD NINGUÉM, pela BMG Brasil, produzido por Liminha, com a banda que já o vinha acompanhando em shows, Edgard Scandurra, Paulo Tatit, Pedro Ito, Peter Price e Zaba Moreau. NINGUÉM tem a participação especial de Jorge Mautner, na faixa Consciência. O release de apresentação é escrito por Gilberto Gil. • Compõe e grava a música Lavar as mãos para o Castelo Rá Tim Bum, programa infantil da TV Cultura, cuja trilha musical é também lançada em CD. • A música De mais ninguém, parceria de Arnaldo com Marisa Monte, gravada por ela, é incluída na trilha do filme norte-americano Sem Fôlego (Blue in the face), dirigido por Wayne Wang e Paul Auster. No ano seguinte, esta música seria também gravada por Nelson Gonçalves no último CD de sua carreira. • Alguns espetáculos de dança utilizam músicas de Arnaldo, como: A...Cor...Do...Des...Acordo...Acordo, Cristina Castro, da Bahia; Hay-Kay, Grupo Vórtice, de Minas Gerais; Versus, da Companhia de Dança Quasar, de Minas Gerais, Respostas Sobre a Dor, Grupo Cena 11, de Santa Catarina. • Realiza uma exposição de poemas visuais, caligrafias e instalação de painéis gráfico-poéticos, no Long Beach Museum of Art, CA/EUA, dentro do projeto Dentro Brasil (Inside Brazil), junto a uma instalação multi-media de Bruce e Norman Yonemoto e uma mostra de vídeos de 23 artistas brasileiros. • A performance Nome é apresentada por Arnaldo e Zaba na abertura desse evento. • Arnaldo participa dos CDs IRA! 7, do Ira!, interpretando Nasci em 62, de Edgard Scandurra, e do CD SOBRE AS ONDAS, de Péricles Cavalcanti, na canção Deuses e Homens, de Péricles Cavalcanti.

Fonte: Site Oficial de Arnaldo Antunes
Fotos: Diversos

Pra recordar!!!


Considerado, pelas palavras do jornalista musical José Augusto Lemos, editor-chefe da revista Bizz na época, como "o vinil mais bem produzido que este país já viu", Õ Blésq Blom marcou nova aventura na sonoridade dos Titãs ao final da década de 80. Deixando de lado o aspecto "sujo" do som que tinham ganhado três anos antes e resgatando sonoridades que remetem ao Tropicalismo, à World music e ao pop eletrônico, teve excelente repercussão dentro da crítica e boa aceitação por parte de público: até o fim de 1990, foram 220 mil cópias vendidas com o disco, graças a canções como "Flores", "O Pulso" e "Miséria".


Para dar um bom toque de brasilidade, o grupo contou com a ilustre presença de uma dupla de repentes pernambucanos, Mauro (ex-estivador e auto-intitulado "O Rei do Rock") e sua esposa Quitéria, que cantavam com um poliglotismo curioso: misturavam palavras em inglês, italiano, grego, russo e japonês. São deles a introdução e a vinheta que fecham o disco. Aliás, o nome estranho do álbum é criação de Mauro, e o significado sugere "os primeiros homens que andaram sobre a terra".
Boa parte do disco se esmerou em programações eletrônicas e teclados ("Miséria", "O Pulso" e "Deus e o Diabo", como exemplos - esta última não veio a agradar Marcelo e Tony, pela falta de ênfase nas guitarras), mas veio a contar também com o pop rock tradicional ("Flores", "Palavras"), rock pesado ("Medo") e sonoridade puxada para o coutry ("32 Dentes").



Cabeça Dinossauro é o terceiro álbum de estúdio da banda, lançado em junho de 1986.
A capa foi baseada em um esboço do pintor italiano Leonardo da Vinci, intitulado A expressão de um homem urrando. Um outro desenho de Da Vinci, Cabeça grotesca, foi para a contracapa do disco.
Ainda que remetesse muito ao punk rock, o disco mostra que os Titãs interviam ainda no reggae ("Família"), no funk ("O Quê?", "Bichos Escrotos" e "Estado Violência") e até mesmo em um cerimonial dos índios do Xingu (na faixa-título). Nas letras, vários pilares da sociedade foram discutidos acidamente, expressas a começar pelo título das canções: "Polícia" (de Tony), "Igreja" (de Nando Reis), "Estado Violência" (primeira colaboração do baterista Charles Gavin como compositor dentro da banda). Há também críticas acerca do estado capitalista ("Homem primata") e os tributos abusivos pagos pela população ("Dívidas").

A banda deu caráter antológico à obra ao resgatar "Bichos Escrotos", canção que tocavam desde 1982 e que só pôde ser gravada nesta ocasião. Mesmo assim, a censura vetou a faixa nas rádios por conta do verso "vão se foder", o que não desencorajou algumas rádios a tocarem uma versão com a tal frase vetada, às vezes até a própria versão original, o que acarretava um pagamento de multa.
Em 1997, a revista Bizz elegeu Cabeça Dinossauro como sendo o melhor álbum de poprock nacional, isto quando a banda ainda daria um salto maior comercialmente, com o Acústico MTV.



Sonífera Ilha foi a primeira música de sucesso do grupo Titãs, encontra-se presente no álbum de estréia da banda. Essa música obteve grande execução nas rádios é foi o carro chefe do disco, que embora não tenha vendido muito, tenha servido para colocar os Titãs nos principais programas de auditório da época, até hoje a música faz parte do repertório do grupo.
A música já foi regravada por outros artistas como Adriana Calcanhoto e pela banda Blitz.

Fonte: Wikipédia

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