Não falamos sobre moda, cultura é o nosso foco, poesia nossa inspiração. Sair do lugar comum é como ver o mundo de cima de um salto 15...Vermelho!!!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

"A gente é só passageiro prestes a partir"

Olá amigos, quanta saudade!

Faz tempo que não trocamos ideias, né verdade?!
Mas, partindo do princípio que para escrever é preciso inspiração, fiz um acordo comigo e com a minha alma: Só escrevo quando tenho algo a dizer, ou o algo me diz algo. Deu pra entender? Não?! Relaxa, não é nenhum pensamento filosófico...

Então, esses dias ouvi uma canção realmente inspiradora e quero compartilhar com vocês.
A inspiração é a música "Trem Bala" de Ana Vilela.

Apertem o play e apreciem sem moderação


Bj grande e abraço na alma.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Apenas sentir

Quando paramos para ouvir o silêncio...
Ahhh, o silêncio!!!
Por vezes, ele tem tanto, mas tanto para nos dizer e ensinar.
Ouvir e sentir o silêncio,
Ler o olhar,
Traduzir a falta do toque.
Palavras não ditas.

Apenas sentir...




Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver.

domingo, 25 de outubro de 2015

Ao poeta com saudades


Poeta menino,
Tão frágil que, por vezes, teme o destino
Poeta medroso,
Sente medo da dor,
de doença,
de agulha,
de multidão,
tem medo do escuro,
Mas gosta da noite,
gosta tanto que por ela se aventura em versos.

Poeta sem juízo e sem amarras
Mas que se amarra a um amor doentio
Poeta iludido que pensa que se aprisionando
viverá uma linda e eterna história de amor

Poeta complacente que abre mão da alma de poeta
E no silêncio se justifica e morre,
e mata,
e chora,
e sofre
Poeta que em agonia se mantém
em favor de um alguém
que a ele não respeita
Sim, que respeito pode existir
se destruo o que tens de melhor?

Poeta, de barulho tua alma é feita
No barulho das almas encantadas
sobrevive a tua alma que encanta
Poeta, não morra!
Não se mate!
Não nos mutile! 

Até sofra, 
pois no sofrimento transbordas em versos
Grita, poeta!
Liberta-te, poeta!
Verseja, poeta!
Invade-nos, poeta!
Invada-se, poeta!
Invada-me, meu querido poeta!


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Quando não mais...



Passarei a ver com clareza o que desejo e espero do presente e futuro
Não mais, nunca mais me aterei ao passado porque, redundantemente, passou
Passou como tudo passa - ou como deveria passar
Fecho os olhos e nada vejo além da triste e solitária solidão

Confuso, como pode a solidão ser algo além de solitária?
Sem explicações, por favor!
Pelo menos agora, respeite o meu momento de devaneio.
Claro que não! Jamais usei nem ao menos precisei de entorpecentes

Tinha o mais poderoso entorpecente em meus braços
Bastava fechar os olhos para sentir o aroma que exalava de sua alma
Ainda ouço sua rasgada risada, que rima tão pobre e sem conteúdo, não!
Desculpe-me, foi involuntário...

Aliás, quão involuntária sou quando o assunto é você
Penso e resolvo que não te quero e jamais te desejarei novamente
Determino a resolução como uma sentença que deve ser cumprida
Mas...A mente, a alma e o corpo, não possuem sintonia

E eu, neste grande redemoinho reviro na cama
Controlo a respiração e tento, juro que tento
Não mais pensar sequer no passado que passou
Talvez eu consiga, quem saberá?

Talvez eu consiga todas as proezas
quando um dia eu não mais te amar.

Diva L.

domingo, 26 de abril de 2015

Vitrola e Vinil

Revirando postagens que estão no rascunho do blog, me deparei com esta, escrita em junho de 2012. Acreditem, embora aparente passado, este post faz parte do meu presente. Há 30 dias mudei de cidade, estou longe da família e amigos. Uma experiência super nova, pois nunca fiquei distante tanto tempo, nem tão distante. Então, compartilho o texto e a música que hoje é a minha, digamos, cara. Boa leitura, direto do túnel do tempo...ou não!

PS: Trouxe os meus sapatos preferidos. :)

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Sim, ainda temos uma vitrola aqui em casa e alguns vinis. Bem menos do que eu gostaria, mas temos. As relíquias que sobreviveram à inúmeros temporais, foram adquiridas pelo meu pai, e durante muito tempo foram preteridos, inclusive por mim, pois não entendia o real valor dos "bolachões".  Ainda restaram algumas raridades com chiadinhos e aranhões. Infelizmente, muitos se perderam, extraviaram com o tempo. 

Enfim, por que estou falando em vinil e vitrola? Simples, hoje fiz o meu ritual do desapego, lembram dele? Pois é! E adivinhem o que encontrei? Isso mesmo, um vinil fantástico do Sá e Guarabira. Não tenho certeza, mas acho que é da década de 90. Esse vinil é simplesmente inspirador. Por isso, resolvi compartilhar uma música com todos e espero que gostem tanto quanto eu.

Apreciem sem moderação!!!

O meu lar é onde estão os meus sapatos
Sá e Guarabira

Desde que me conheço
Desde que me conheço
Que sou assim
Mas não, não, não ria de mim,
Amigo de novidades sem ambição ou raiz
Mas isso não me faz infeliz
A gente tem que saber
Ser dono do seu destino
Partir se tem que parti
Ficar se tem que ficar
Meu lar é onde estão meus sapatos
Meu lar é onde estão meus sapatos
Um pouco em cada pedaço e lugar
Mas basta que você diga
Basta que você diga
Uma só palavra pra mim
Que sim, sim, sim.
E logo você vai ver
Que eu cheguei pra não mais sair
E vim, vim, vim.
A gente tem que saber
Ser dono do seu destino
Partir se tem que partir
Ficar se tem que ficar
Meu lar é onde estão meus sapatos
Meu lar é onde estão meus sapatos
Um pouco em cada pedaço e lugar

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