Não falamos sobre moda, cultura é o nosso foco, poesia nossa inspiração. Sair do lugar comum é como ver o mundo de cima de um salto 15...Vermelho!!!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Aos poetas de plantão 2


Não sei se foi assistindo um documentário sobre o Dalai Lama ou talvez vendo aquela raposinha mestre do Kong Fu Panda, mas o fato é que escutei algo que dizia que é fácil ver o que a luz em sua volta revela, o difícil é queimar no íntimo como o fogo da vela. Não sei vocês que estão lendo isso agora, mas eu sempre gostei desses provérbios orientais, primeiro porque geralmente associam a simplicidade como uma espécie de manjedoura do conhecimento (tal como a simplicidade de uma vela), segundo porque poucas palavras geralmente dizem muito (como queimar no íntimo) e terceiro porque nos permitem explorar os sentimento e aflições próprios, são frases universais e ao mesmo tempo particulares. E, portanto, me baseando nisso tudo, o simples que diz muito do meu particular também pode virar poesia em linguagem universal.
Todo motivo de ser é digno, aquele que nos transforma é também benigno, do seu brilho e da sua luz emanam seu maior signo, troca a escuridão por si mesmo e o fim se torna lírico.
Sua jornada é dura e repleta de medo, mas o que nela definha também é o seu sustento, o que era firme e sólido se derrete em prato e lamento, e como lágrimas de chuva que escorrem do firmamento, primeiro molham depois enrijecem feito cimento.
Para encontrar a luz que ilumina seus passos, conheça a fonte dos seus verdadeiros traços, o fogo que arde também brilha e deixa seus rastos, revelando as harmonias dos seus mais íntimos compassos.
Tudo o que desejo em princípio é modesto, só três coisas exijo não quero o resto, basta o sustento, o meio e o motivo, a sobra eu empresto, e como uma vela terei a parafina, o pavio e o fogo como último gesto. Vela que singela brilha a partir do centro, revelando o que há por dentro, vela que se derrete e se transforma como lua em fase, mas que constantemente amplia sua base, vela que se doa e na simplicidade reluz e como o fogo d’alma seduz.

3 Devaneios:

Xipan Zéca disse...

Honolável amiguinha....

Macaco poeta que é lizínau enliquece os plovélbios olientais e algumenta uma palódia soble eles.....

"A flô blóta da semente ou gelmina das entlânhas do tálo... depende da maneila que xêilou o pólem"

Lexotan com cachaça pode dar distulbios holmonais... hihihi

BudaaaaaaaaAjude
Tatto
Galantido né!!

Diva L. disse...

Caramba!!! Pera que vou ler de novo e novamente...rs

Lexxxxxxxxxx, que saudade arretadaaaaaaaaaaa!!!!
Tu demora a aparecer, mas quando aparece...Eita homem pra dar nó em pingo d´água.

Bjs e saudades.

Valdecy Alves disse...

A poesia é a manifestação que tem como alma o sentimento, a mais profunda interpretação que o poeta pode ter do mundo que o cerca, passado, presente, futuro... das belas artes o ápice. Convido a ler uma poesia de minha autoria, escrita em 05/03/2011 e publicada em meu blog: http://valdecyalves.blogspot.com/2011/03/canto-vida-peregrina.html

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