Não falamos sobre moda, cultura é o nosso foco, poesia nossa inspiração. Sair do lugar comum é como ver o mundo de cima de um salto 15...Vermelho!!!

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Aos poetas de plantão 3


Minha trama de enganos teve início há sete anos, não foi difícil descobrirem o quanto estava ficando louco, afinal onde há fumaça, há fogo. Aquele fogo ardia e a fumaça me consumia, não conseguia mais parar, toda noite dizia: -“Hoje o bicho vai pegar.”Meu irmão tentou me convencer do contrário, “- Faça o que te digo não o que eu faço...”, mas aquele mundo ao qual ele já pertencia parecia meu santuário, acabei seguindo seus passos. Finalmente aquela vida-espelunca, antes tarde do que nunca, ganhou outro sentido; momentâneo, se bem o digo... Enquanto minha vida ia sendo ceifada, focinho de porco parecia tomada. 
 
Dizem que com o tempo tudo se cura, será que até aquilo de mais grotesco? Duvidava, “pimenta nos olhos dos outros é refresco", falava. "Todos dizem querer me ajudar, até quem não conheço, por que se metem no que não lhes diz respeito?” Como lobo em pele de cordeiro, das drogas ressurgia somente desespero e meu irmão foi o primeiro, afinal só uma porta a vida tem, enquanto a morte tem cem. Sinto-me o maior dos tolos e aprendi da pior forma que nem tudo que reluz é ouro. O mal está nos olhos de quem vê, mas aquele que não se arrepende, os mesmos olhos só vêem o que o coração não sente e hoje meu coração quer falar, não dizem que quem cala consente?


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Aos poetas de plantão 2


Não sei se foi assistindo um documentário sobre o Dalai Lama ou talvez vendo aquela raposinha mestre do Kong Fu Panda, mas o fato é que escutei algo que dizia que é fácil ver o que a luz em sua volta revela, o difícil é queimar no íntimo como o fogo da vela. Não sei vocês que estão lendo isso agora, mas eu sempre gostei desses provérbios orientais, primeiro porque geralmente associam a simplicidade como uma espécie de manjedoura do conhecimento (tal como a simplicidade de uma vela), segundo porque poucas palavras geralmente dizem muito (como queimar no íntimo) e terceiro porque nos permitem explorar os sentimento e aflições próprios, são frases universais e ao mesmo tempo particulares. E, portanto, me baseando nisso tudo, o simples que diz muito do meu particular também pode virar poesia em linguagem universal.
Todo motivo de ser é digno, aquele que nos transforma é também benigno, do seu brilho e da sua luz emanam seu maior signo, troca a escuridão por si mesmo e o fim se torna lírico.
Sua jornada é dura e repleta de medo, mas o que nela definha também é o seu sustento, o que era firme e sólido se derrete em prato e lamento, e como lágrimas de chuva que escorrem do firmamento, primeiro molham depois enrijecem feito cimento.
Para encontrar a luz que ilumina seus passos, conheça a fonte dos seus verdadeiros traços, o fogo que arde também brilha e deixa seus rastos, revelando as harmonias dos seus mais íntimos compassos.
Tudo o que desejo em princípio é modesto, só três coisas exijo não quero o resto, basta o sustento, o meio e o motivo, a sobra eu empresto, e como uma vela terei a parafina, o pavio e o fogo como último gesto. Vela que singela brilha a partir do centro, revelando o que há por dentro, vela que se derrete e se transforma como lua em fase, mas que constantemente amplia sua base, vela que se doa e na simplicidade reluz e como o fogo d’alma seduz.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Hoje não é dia de Maria...

É pique! É pique! É piqueeeeeee!!!
Lexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx!!!
Saudadesssssssssssssssssssss!!!
Parabéns, meu amigo querido.
Beijo grande, abraço na alma e tudo de melhor que 
possa existir.

Hoje o dia é todinho teu!!!  Carpe Diem!!!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Não leiam isso (psicologia reversa, agora vão querer ler)


O Natal está chegando e eu, como boa parte das pessoas, adoro isso, no entanto existe um problema que me persegue sempre quando se iniciam os festejos natalinos, as ornamentações luminosas, quando o décimo terceiro se transforma em presentes e quando os supermercados anunciam o cardápio da ceia. Alguém me explica o que é um Chester? Sério, já comi e sequer sei como é o seu rosto, não quero passar a imagem de cafajeste. 

No chute imagino que seja da classe das aves (definições genéricas primeiro), muito provavelmente um galináceo (tem gosto de galinha ao menos), modificado geneticamente para nascer e morrer gordo, sendo sua vida limitada ao período de pouco menos de um ano. Ainda dizem que o que não mata engorda, mas de que adiante comer para engordar, se esse é o objetivo para matá-los no final? E eu que pensava que vida de galinha era tediosa e sem perspectivas.

Pegando carona nos animais não humanos, é interessante a nossa busca incessante para humanizá-los, acho que os produtores da Disney pensam: “Caramba como pode um cara que é o Rei da selva só comer, dormir, caçar, comer (agora no sentido de transar), dormir e rugir quando querem comer o que é dele (agora em ambos os sentidos). Bora fazer ele mandar de verdade”. O nome disso é transferência, que nada mais é que uma defesa psicológica que a gente herdou de Deus, quando ele fez com que uma cobra falasse, argumentasse e estranhamente passasse a gostar de maças. Alguém também poderia me explicar porque a maça? Puxa se a cobra oferecesse um cigarrinho ao menos, nem precisava ser Derby, ai tudo bem. Imagino Deus vendo Eva fumando e dizendo: “É assim que me agradecem? Agora a cobra vai fumar de verdade pra vocês!”.

Falando de religião, esse é um tema envolto por profundas discussões, cercado por contextos e desfechos muitas vezes historicamente trágicos. Mas como é Natal, não vem ao caso falar sobre guerras entre judeus e mulçumanos, afinal qual a relação entre o Natal e o Oriente Médio? Jesus por acaso nasceu lá? ... Ops!! Tá, Natal tem tudo haver com Oriente Médio, só falta me dizerem que o Chester é de lá também. No entanto essa data não combina com guerras, nem com as guerras santas ou Jihad. Isso porque aquilo que o homem inventa fingindo ser de Deus é simplesmente um leão da Disney fingindo ser da selva, só que menos fofinho, ou talvez uma cobra fumante fingindo ser do Éden, agora ficou melhor. Sem metáforas, é como queimar pessoas na fogueira e gritar amém. Hoje traficantes cariocas fazem o mesmo e não aprenderam isso conversando com Deus, garanto. É como entrar em um templo dito divino e escutar: “Sai capeta”! Puxa se é para ver coisas do gênero eu alugo Os Caça Fantasma e ainda pouparia dinheiro.

Refletindo sobre as bobagens humanas, vejo como é fácil cairmos no senso comum, como não temos o hábito de questioná-lo, parecemos, por vezes, uma boiada sendo conduzida para o abatedouro sem nem ao menos um mungido exclamativo (nem precisei humanizar as vacas, dessa vez “animalizei” a gente, que é pra fugir do senso comum J). Um senso comum burro ou manada de vaca, melhor dizendo, é quando, por exemplo, postam no Twitter que nordestino é um povo miserável e burro por terem sido os responsáveis pela eleição da Dilma e centenas de outros seres humanos (que pra não humilhar demais as pobres vacas) se amontoam na corrente com seus argumentos questionáveis (que pra não humilhar os seres humanos, alguns são legais). Se eu fosse do sudeste primeiro questionaria a eleição do tiririca, eu aqui em Natal não votei nele, juro. “Espera, quem votou no tiririca foram os retirantes do mal, não os paulistas do bem!” Ahh, é verdade, o tiririca é cearense, foram os retirantes que votaram nele, tá explicado. Aquele sotaque do Paulo Maluf nunca me enganou, em Aracaju tem uma colônia libanesa enorme. Eita, e o Celso Pitta (que Deus o tenha), negão daquele jeito deve ser baiano. Puxa vida, não conhecem o problema eleitoral brasileiro e fazem os nordestinos como bode expiatório, que malvadinhos esses Twitters. Isso é um exemplo de senso comum manada de vaca, poderia citar os carinhas que começam a beber, não por gostarem, mas para provar que são fodões; os adultos que crescem jogando tudo que não querem nas ruas, porque seus pais foram incompetentes até para ensinar onde se joga o lixo; as mocinhas que mesmo interessadas em pegar um carinha viram o rosto, porque não podem demonstrar que também desejam o sexo oposto; as pessoas que peidam no meio de um aglomerado de outras pessoas, porque sabem que o cheiro do seu próprio peito não as incomoda. 

Falando em peido, caramba depois que eu comi aquele Chester ontem, algo fermentou dentro de mim, de uma forma que se existisse Chester no jardim do Éden, e se comê-los não fosse pecado, Deus expulsaria Adão e Eva por um motivo bem mais óbvio. Se eu fosse pego pela inquisição nesse estágio, certamente haveria uma explosão quando posto na fogueira, no mínimo os espectadores gritariam... “Sai capeta!”. Mas tudo bem, nesse momento eu estou sozinho no meu quarto, não peido em multidões, odeio senso comum manada de vaca.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A Lua, a minh´Alma e a Tua

Ah, essa lua!
Se esconde ao te ver, mas reaparece 
sempre para me lembrar que teus
olhos estão sempre comigo.

Ah, essa lua!
Não sabe ela que não só os 
meus olhos são teus
Contigo estão os meus pensamentos,
Minhas vontades, 
Meu ser,
Meu querer.

Deixe-me ser a tua luz, 
Te guiarei sempre nas noites escuras
Nas noites sem brilho,
Nas noites de frio

Te conduzirei por caminhos desconhecidos
Te elevarei aos montes mais altos
Te conduzirei aos mares mais bravios
Sombras não te assustarão

Te guiarei ao ápice da paixão
A luz dos teus olhos será o meu farol
e o reluzir do nosso amor o meu norte

Seremos um 
Intensos,
Sedentos,
Completos

E nos momentos mais quietos, 
quando pensares que estás só...
Estarei ao teu lado, quieto, calado, 
apenas velando o teu sono
Como se teu protetor fosse,
Teu anjo da guarda
Como se só existisse você

Então, quando abraçados observamos o mar e a lua
Lembre-se sempre que meu amor é o horizonte...
Unindo no infinito o meu amor e o teu

Unindo no infinito a minha alma na tua.


A oito maõs em um Sarau improvisado e inspirado. Pati, Diva L., Lexotan e Dú Macário.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Aos poetas de plantão


“Eu acho que as palavras não dizem tudo, mas como falar não custa nada, então para conquistar o mundo além do carro eu quero a estrada.
Quando escrever não se restringe a meras informações, envolvendo tudo que se diz pelas emoções, o veículo da palavra ganha combustível num perfeito vínculo de interações, a não ser que alguém, baseando-se em pesquisas ou em mero desdém, afirme que o pensamento limite as idéias e seja objetivo como uma linha férrea. Teoria vil e inocente, já que o pensamento é como um rio e a emoção como um afluente. E as palavras caminham sobre as águas, sem pressa na chegada e sem limites de critério, resguardando esse imenso mistério. Algumas apesar de pequenas representam um verdadeiro império, outras extrapolam seus sentidos, afinal um colosso pode ser reduzido à simples vestígios. Talvez isso represente o princípio de tanta beleza, pois quando postas sobre a mesa, ao acaso, as palavras tornam-se um belo vaso, onde a vida se renova ao amanhecer de um novo dia, como uma flor em poesia.
Aos poetas do Salto15vermelho, que registram seus sentimentos em retratos e com isso nos permitem abraçar o abstrato, com a certeza de que se olharmos para cima o sol brilhará nas nossas frontes, porque o agora um dia foi a linha do horizonte."

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Política, inocente e pura?


Meu primo tem 7 anos – ou seria 8? Não importa. A questão é que eu estava no meu quarto, acompanhado somente pelos ácaros e pelo mofo – é sério, um dia nasceu um cogumelo no meu quarto, que também é um fungo, tinha um aspecto bonitinho, mas não comi, não gosto de champignon. Quanto aos ácaros, embora fiquemos quase sempre a sós no meu quarto, também não costumo comê-los, se bem que respiro todo dia seu cocô, o que é uma merda... Literalmente. Em meio a esse cenário, entra meu priminho, que tenta imitar tudo que eu faço, geralmente as crianças são assim, imitam quem elas admiram. 

Ainda bem que eu não fumo nem como cogumelos encontrados em qualquer lugar. Ele sentou do meu lado, perguntou o que eu tava fazendo, eu expliquei que estava assistindo um vídeo do Fiuk cant... Instintivamente parei a frase, porque me lembrei que ele faz tudo que eu faço, de mal exemplo já basta o Fábio Jr. Falando sério agora, disse que estava fazendo um pôster para apresentar num congresso e que lá eu iria explicá-lo para professores, depois eles votariam no melhor entre todos os pôsteres que também estivessem sendo expostos.
Acho que a palavra “votariam” soou mais forte para ele diante do contexto simplificado do que seria uma exposição de um trabalho num congresso, têm coisas que realmente nos chamam a atenção. Por exemplo, um panfleto especificando as qualidades extraordinárias de um produto. Você vai ler, mas o que vai chamar a sua atenção naquilo tudo de forma quase mágica é o preço, mais ou menos assim – notebook VPC-EB, processador Intel Core i3-330M webcam Tela de 15.5 ‘ 4gb Hd 800gb Hdmi Bluetooth ( que porra é isso???) custa R$ 4859,00 (agora entendi!!! Putz ta caro). Sabendo disso, inventaram aqueles preços tipo – R$ 12,99 (que as pessoas traduzem como sendo “doze e pouco”...).



domingo, 25 de julho de 2010

Amizade na palma da mão


Uma vez eu ouvi a expressão que nós só conhecemos verdadeiramente uma pessoa, a ponto de considerá-la uma amiga, quando, no transcorrer dos dias de convivência, tenhamos comido junto da pessoa, ao todo, 1 kg de sal. Tudo bem que concordo que foi um gordo que inventou isso, ou talvez um aficionado pela Ana Maria Braga, vai ver que a própria Ana Maria Braga que inventou isso – seria um bom marketing para incentivar as pessoas a comer e a ver seu programa, enfim. Mas analisando bem, os japoneses, famosos por terem criado Dragon Ball Z e Cavaleiros do Zodíaco, não pagarem os salários das domésticas (são todas robôs) e por terem uma culinária bastante saudável, são pessoas naturalmente recatadas, obviamente porque comem pouco sal.

Agora pensem nos nordestinos, que adoram conversar e estabelecem vínculos muito rapidamente – tenho a impressão que o Eduardo e a Mônica daquela música do Legião Urbana eram filhos de candangos que construíram Brasília. Imaginem a quantidade de sal que existe na comida nordestina, basta falar na carne de sol, charque e buchada de bode, que às vezes parece ter sido cozinhada com a água do mar. O sal talvez seja mesmo o “termômetro” da amizade, cristaizinhos brancos que remetem a paz e a união dos povos e que são capazes de gerar amizades – se bem que as amizades geram emoções que são traduzidas por palpitações, aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, daí o fato do sal favorecer a hipertensão J.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Se liga na parada, mermão

Sempri mi preguntei porq as pessoas iscreve, na boa mano, se iscrever foçe uma coisa manera, os livro eram feito pelos cantores de funk e não pelos tais iscritores. Aê, falandu na morau, si iscrever fosse uma coisa irada, nem era pra esistir os livro, coé!! Cem livro não tinha como os profesor madar nós estudar maluco, sem estudar então praquê escola neguinho? Desse geito pudia ficar zero bala pra todo sempre, ta ligado? Sobra mas tempo pras minha paradinha, num ia ficar feito peidão vendo coisa q nós num precilza saber truta. Tu vive pra que nessa vida sangue bom? Pra aprender que nas antigas os caras andava de cavalo em vez de buzão?Qualé..., tudo bem que andar de cavalo devia ser bem menos apertado q andar de buzão, por 3 motivos, primeiro que num cavalo só cabe um, no mássimo dois doido, segundo que no tempo que os caras descobriu o Brasil (eles descobriram que era o Brasil porq viu um monte de índio jogando bola na praia) não tinha Macdonaldes e o povo não era tão gordo, terceiro que o secsu naquela época era menos, os índio e Cristóvon Colombo não usava camisinha, ai tinha menas gente também.
Agora quero v os iscritor dizer que apredi isso tudo lendo um livro! FOI NÂO, cabuloso né! Aprendi tudo só dando um mix no cotidiano da minha própria vida de vivente, saca? O passado já passou, praquê ficar grilado com ele? As coisas q nós precisa saber do passado tão tudo nos filme americano, nas novelas da globo e no youtube. Pra esses prego q lê, vai só uns exemplos, tem um filme que mostra aqueles avião Comecasas (que tinha esse nome porq quando os japa jogavam o avião nas casas elas explodiam e sumiam, como se tiveçe cido traçadas), pois é, era no tempo da segunda guerra dos mundos (também tem um filme dessa guerra, só que esse filme é caô, porq em vez dos alemão quem faz a guerra são estraterrestres). Aprendi tudo isso vendo Pearl Harbor, que eu pensava q iscrevia Piu Rabor, mas o google disse que eu queria dizer Pearl Harbor – google é melhor q professor cumpadi. Também aprendi uma porrada de coisa do Brasil vendo novela, em Sinhá Moça vi q tinha uns pela saco q dava umas chapuletadas e obrigava os iscravo a trabalhar no roçado deles, sem pagar nada e ainda fazia eles dormir num lugar, q era tipo o carandiru só q sem os pavilhão, sem campu pra jogar bola (depois q descobriram o Brasil, os índio também não jogava mais) e sem os colxão pra tocar fogo nas rebeliões. Chamavam de senzala.
Também tem o youtube, broder, q além de ajudar nós nas istórias antigas da humanidade, também mostra as coisas novas, tipo os gols do mengão, mó legal. Outro dia minha profe me passô um trabalho sobre um tau dum político ai q fez umas leis, o nome dele era Isaac Newton. Leke, fui no youtube e bimba! Tinha uma vídeo aula sobre o maluco e as lei dele, show de bola, o único pobreminha é q não dizia se ele era da câmara ou do senado, mas todo mundo diz q político é a mesma coisa mesmo. Mas tem q ficar ligado q o bagúio do youtube as vez é meio doido. Quando eu fui pesquizar sobre o nordeste e sobre as plantas o youtube falou merda. Disse q o nordeste tem um monte de estado? Putz, mas todo nordestino não é paraíba? Também disse q as planta faz seu próprio alimento, outra metira, todo mundo sabe q os alimento q as planta faz é os frutos, q é pra nós comê, nunca vi uma mangueira chupando manga.
Todo mundo diz q eu tenho q gostar de lê e iscrever porq senão eu não vou ter susseço na vida. Pra esses mela cueca q diz isso só digo uma coisa, eu tenho uma comunidade no orkut muito sinistra chamada “Penso, logo existo”, q quer disser q pra ser alguém na vida ninguém precisa lê nem iscrever, basta pensar e isso eu faço na paz. Num foi eu q inventou essa frase não, ela é de um mano firmeza e importante q se num foi presidente americano foi ator de Roliude. Além do q, o futuro da gente já tá iscrito por Deus, o Senhor já fez o trabalho todo q é pra nós não perder tempo com besteira. Isso se chama destino, ta ligado! E eu já discubri o meu, vou ser empresário no ramo de vendas, vou vender sacolé, ou dimdim (dependo de onde tu mora maluco), porq é um mercado firmeza, tudo por culpa do tau efeito estufa q ta vindo ai, ele saiu do sol e tá chegando aq. Imagina o montão de gente q vai querer se refrescar. Agora num vacila não q a idéia é minha, demorô?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Herrando que se aprende a Errar.

Estou completo de novo, na verdade estou me sentindo tão bem que talvez não saiba exprimir esse sentimento com simples palavras - dizem que começar um texto com clichê deixa o escritor mais inspirado. Recuperei meu banner, caramba antes eu tava como um bruxo sem sua varinha (pensei no bruxo porque comecei o último livro do Harry Potter ontem), como o Chaves sem seu barril (lembrei do Chaves porque pensei de novo no livro do Harry Potter, que me levou até a Bruxa do 71, daí pra chegar no Chaves foi um pulo), como a Cinderela sem sua fada madrinha (bem, a fada madrinha usa magia e nos livros do ... tudo bem, tô viciado na porra dos livros da J. K. Rowling).

Como eu tava dizendo, agora eu estou muito bem, já joguei fora a foto do Latino, não estou mais dependente daquilo – caramba tô falando como alguém que acabou de largar as drogas, se bem que, entre ter uma overdose causada pelo ecstasy ou gerada pelas músicas do Latino, eu prefiro a primeira opção, pelo menos ficaria animado e excitado (se bem que depois provavelmente teria palpitações, boca seca, taquicardia, hiperventilação, dores musculares, perda da noção do espaço, lesões celulares irreversíveis, aumento súbito da pressão arterial e da temperatura corporal, paranóia, parada cardiorespiratória e morreria – vou continuar só lendo o Harry Potter mesmo).


Falando em vícios, um pensador chamado Jean Jacques Rousseau (um suíço, sei lá, tipo o Lúcio da seleção, que além de marcar, driblar, lançar e atacar, dar bronca no Felipe Melo quando faz uma merda), que foi de filósofo a compositor musical. Ele afirmava que “As Artes e as Ciências nasceram dos vícios”. Tudo bem que o vício, na sua essência, significa um defeito constante, repetitivo que causa danos subseqüentes.

Só que, parando pra refletir a frase do Rousseau, não seria lógico admitir que dos nossos erros repetitivos nasçam nossos melhores acertos? Quer dizer, imaginem um cara que viveu na época do nosso amigo filósofo “Bombril” ai, era tipo século XVIII, sem muita coisa pra fazer, não tinham inventado a internet ainda (portanto o cara não poderia aproveitar blogs legais como o Salto15vermelho), não existia shopping center (o que até não era de todo mal, pelo menos os Emos ficavam em casa - os Emos que surgiram quando Cômodo, imperador romano melodramático e excêntrico, que adorava tanto seu ídolo, na época era Hércules, apareceu no senado romano fantasiado como tal), naquela longínqua época também não existia futebol (os gladiadores já tinham saído de moda – segundo a Brahma jogador de futebol tem que ser um gladiador, Felipe Melo captou a mensagem), enfim não tinha nada pra fazer. Restava ao carinha do século XVIII buscar alternativas pra superar os desejos mundanos, então, por falta de opção, ele foi estudar – um viciado em ler, em pensar, em tentar compreender o mundo.


Mas os vícios geram os erros, lembram, então o carinha, envolto nas suas constantes explosões de pensamentos, tem um estalo e grita “Eureka”( que em português significa... “pqp, é isso!!!” (em tom de exaltação).Tudo bem que Arquimedes falou isso bem antes, mas ele deixou seu legado. O nosso carinha, pensou ...”Porra, se eu pegar esse cd da mulher melancia (na época ele imaginou um barômetro, o cara era Nerd, só podia pensar em coisa difícil) e dividi-lo em dois? E pegar essas duas metades e parti-las em outras duas? Mulher melancia não canta porcaria nenhuma mesmo, não vai fazer falta! E se fizer isso infinitas vezes? Onde é que vou parar? Será que existe uma coisinha de nada, tão minúscula quanto a inteligência da Carla Perez, capaz de ser indivisível e de formar tudo nessa vida?” Tinha surgido a Teoria Atômica e o cara que primeiro supusera a existência dos átomos, John Dalton (que descobriu também o daltonismo), só fizera isso porque era viciado em estudar (não tinha escolha), e em grande parte errou completamente nas suas suposições, não que o átomo não exista, mas ele não é como imaginou, não é maciço, como uma bola de bilhar, e é tão indivisível quanto Sandy e Júnior.

Ou seja, o vício fez o cara errar, mas abriu caminho para que outros errassem também, melhorando um modelo pensado a cada geração, até chegarmos ao modelo que consideramos mais correto na teoria atômica atual. Dos erros repetitivos, nasceram grandes acertos e desses acertos nasceram outros erros, que consolidará, no meu exemplo, cada vez mais a Ciência, poderia ser as Artes, poderia ser cada um de nós.


Não confundam isso com uma espécie de virtude viciosa (que inclusive é uma teoria de outro pensador, chamado Michel de Montaigne), quer dizer, não encarem o excesso, o desejo demasiado, ávido e violento por nada como virtuoso, o erro não é como um castelo majestoso localizado no alto de uma montanha íngreme, ele é só o caminho perigoso, escorregadio e desafiante que te levará ao topo pra aproveitar a vista. Estigmatizamos o erro como o vilão, sem lembrar que ele pode ser um excelente professor (tipo o professore Snape da saga do Harry Potter...).

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Latino por socorro. (Au Au)

Latino??? Que é que o Latino ta fazendo na introdução de um texto do Lex? (sim porque esse texto é meu). Será que ele fez uma Festa no Apê, com o intuito de Bebemorar algo importante, sucumbiu aos efeitos da Catcha Cachaça, ficou Sem Noção, ao ponto de pedir ajuda dizendo “OH Baby Me Leva”? Obviamente que não, isso acontecer comigo? Jamais, até porque a festa era em uma casa não Apê, não tava bebemorando e sim afogando as mágoas com uísque, não era cachaça, e não precisei ser carregado, desabei na sala mesmo. Sim, estou magoado, não com a vida, nem com ninguém, afinal como diz o poeta... “Eu pego, mas não me apego, to virado no azeite, Eu pego, mas não me apego, Vô no rabo do foguete” (Latino).

Lali, é difícil pra mim, mas vou contar, estou dependente do Latino agora. Você, me conhecendo como conhece, sabe o quanto eu estou sofrendo com essa condição, traçada sob o olhar laborioso, lastimável, letárgico, lesado, louco, leishmaniótico, luciferiano (e todas as outras coisas ruins iniciadas com L) do destino. Isso tudo me aproxima da depressão, a propósito to até escutando Maysa, espera vai começar outra música dela... “Meu mundo caiu, E me fez ficar assim, Você conseguiu, E agora diz que tem pena de mim”.


Fui empurrado para essa terrível condição porque perdi meu Banner Lali, se lembra daquele “L” feito com os dedos das mãos, uma tarja preta e um eletrocardiograma? Revirei tudo aqui, vasculhei nos lugares mais apertados, nas pastas mais escondidas, nos arquivos mais sórdidos e nada Lali. Tive que apelar para a net, só encontrei o Latino fazendo o tal “L” com as mãos em todas as fotos que pesquisei, tudo bem que o eletrocardiograma eu dei um jeito de por, quanto a tarja preta... Não precisa colocar, a foto do Latino representa tudo que queremos censurar na vida, já age como uma espécie de tarja preta. Beleza, não ficou tão legal, mas é um improviso enquanto você não acha o meu Banner.

No mais, vou continuar afogando as mágoas aqui, para esquecer essa dolorosa perda, na medida em que o sol se afoga na linha do horizonte do mar e eu me afogo no uísque mesmo, afinal já dizia a canção... “Caía a tarde feito um viaduto, E um bêbado trajando luto, Me lembrou Carlitos...” (foi exatamente para momentos feito esse, que essa canção foi composta).

domingo, 24 de janeiro de 2010

Olha o astro rei aí!!!!

Hei, dorrrrr! Eu não te escuto maissssss!!
Você não me leva a nadaaaaaaaaa!!!
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!

Ai, ai, ai! Tudo bem que estive morgadinha esses dias. Não vou dizer que foi só culpa da chuva nem da danada da TPM, mas foram tantos acontecimentos trágicos que só estruturado no aço pra segurar a barra. O lance no Haiti me deixou pra baixo, como também, os lances de enchentes, tremores e desabamentos.

Mas hoje, caramba! Vocês viram o sol?
Nossaaaaaa, o céu cor de mingau se foi!!! Uhuuuuuuuuuuuuuu!!!
Não sei como as pessoas acostumam viver com um céu sem cor.
O sol revigora e reacende a esperança.
"A chuva se foi e o tempo de cantar chegou!!!"
"Pra onde tenha sol é pra lá que eu vou!!!"

O nascer do sol é a certeza que tudo ficará bem, que não estamos sós e que Deus nos ama.
Hoje quando vi o astro rei, lembrei de duas pessoas muito queridas, a Kakau e o Lexotan. E, como não poderia deixar de ser, esse post é dedicado a essas duas figuras lindas que muito me ajudam, que sempre estão disponíveis a me ler, aconselhar, rir, chorar, compartilhar.

Ah, mas porque um post pra duas pessoas que estou sempre conversando?

Ai, ai, ai!
É simples! Os seres humanos estão sempre reclamando de pessoas que os magoam e tals. Dar ibope a quem não merece, parece que é um hábito.

Es tiempo de cambiar!!!

Temos sim é que relembrar pessoas que nos fazem bem. Então, ibope só pra quem merece. Kau e Lex, obrigada por existirem. Amo vocês d+!!!

Em tempo:
Morgadinha = Regionalismo que significa tristinha, macambúzia, sorumbática, melancólica. :P

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A rebeldia chega ao fim um dia


Tenho entrado diversas vezes no blog, nunca deixando de reparar no seu imenso "Ibope", mas confesso que algo me importuna, apesar de ter aqui uma coluna, jamais escrevi de próprio punho, por isso resolvi trabalhar e em rascunho esbocei umas palavrinhas simples, nada confuso. Embora minha mente seja quase um furdunço, esse texto nasceu feito gol de bicicleta e como diria um amigo poeta... "a espontaneidade revela o criativo, porque tudo que nela é dito provém do improviso".

Acho que sofro de demência, diminuir um pouco a cadência e esqueci a próxima rima, e agora? Alguém me ensina? Sei lá, vou falar de malícia enquanto não retoma a sequência com coerência..."você olha pra mim, eu olho pra tu, se você virar de costas enfio o dedo no seu bolso". É impressionante, às vezes um pouco angustiante, mas é dito e feito, já retomei o pensamento que analogamente é como o vento, invisível embora a gente sinta, falar bobagem parece que me instiga e as idéias incolores ficam tão lúcidas tal como minha imagem no espelho e tão evidentes como se tivesse sido pintada de vermelho.

Para mim, escrever sempre foi uma forma de exprimir emoções autênticas e, em plena as férias acadêmicas, terei tempo de libertar aqui alguns sentimentos, sejam eles virtuosos, majestosos, revoltosos ou desalentos. Contudo não posso perder a viagem, escrever todo um texto sem deixar nenhuma mensagem? Para começo de conversa, vou ser sucinto que estou com pressa, costumo dar conselhos e propostas, no entanto nunca dou respostas, afinal a vida convida todo mundo, a cada segundo, a enxergar e construir o futuro envolto por um mar de possibilidades, tais como receios, desejos, derrotas, conquistas e amizades, que juntos recriam diferentes verdades pelas quais lutamos e costumamos chamar de felicidade. Se existe algo universal, coisa pela qual nos tornamos equânimes, considerado o sentimento unânime, vigoroso feito fervor, sensível feito pétala de flor, talvez só haja o amor.

Só pra terminar, ei Lali, agora te digo, vou falar ao pé do ouvido, nem me precisa por de castigo, já que com alegria deixo de lado a rebeldia. Bem vindos, sejam xeretas e aproveitem o Tarja Preta, só respeitem a posologia que esse negócio vicia.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Um "normal" pra equilibrar

Bom, como esse papo de só ter maluco no Salto 15 já estava começando a se espalhar, eu que não sou boba e nem quero essa imagem para um blog de responsa, me encarreguei de convidar um cara super centrado pra assim, digamos, ser o nosso ponto de "equilíbrio".

Dono de imenso bom-senso, bom-humor, bom-tudo além do normal, ele vem com a missão de falar sobre coisas normais, de uma forma normal, em uma linguagem normal. Ficou claro? Bom, nem pra mim. Afinal, o que é ser normal?

Dependendo do ângulo de visão, normal é tudo que segue na contra-mão da anormalidade. Hã???? Como todos perceberam, normalidade não é o meu forte. Por isso, ele já está entre nós. Os mais atentos já notaram que entre duas divas tem um legionário e do lado tem um calmante. Claro, como camisa de força não segurava mais tanta criatividade, o Lexotan agora veio fortalecer os nossos devaneios.

Lexotan - Conheci o Lexotan há quase dois anos em uma dessas loucas salas de bate-papo. Nosso primeiro contato, pra variar foi super confuso, pelo simples fato de questioná-lo por onde andava o Diazepan. Como se tratava de um antigo nick por ele usado, ele me confudiu com uma outra pessoa. O suficiente para criar toda uma confusão de nicks e nomes, o que terminou ou melhor, começou uma grande amizade.

Para os que não conhecem o Lexotan, ou Lex para os íntimos, trata-se de um dos mais inteligentes cérebros que já cruzou o meu caminho. Dono de um humor sarcástico, para acompanhar sua linha de raciocínio não basta conhecer bem a nossa amada língua, mas também, decifrar nas entrelinhas.

Tratando-se do Lex, nem tudo o que aparenta é. Nem sempre o que parece ser sério é uma piada, ou nem sempre uma piada é uma...piada. Em breve vocês poderão acompanhar todas as viagens lexotanianas na coluna TARJA PRETA, que não por acaso será assinada por ele. Lógico, dããã!!!

E mais, acompanhar o gosto musical e poético do Lexotan é um dos mais poderosos antídotos anti-stress, anti-depressivo, anti-chatice, anti-menopausa, anti-bobagens, anti-enxaqueca, anti-mesmice. Só quem já teve a oportunidade de conversar com esse rapaz cujo repertório supreende até a terceira idade, sabe que não estou exagerando.

A princípio pensei que escrever sobre o Lex seria uma tarefa fácil, mas na realidade é super complicada, pois tudo o que eu venha a relatar sobre ele parece pouco diante da grandiosidade do seu caráter, generosidade, amizade, respeito e carinho. Não nos falamos com frequência, pois os estudos nos privam de contatos mais constantes, mas a cada nova aparição deste cometa, o bom humor se renova, pois ele sempre tem uma palavra e uma visão otimista pra tudo.

Hoje o Salto 15 cresceu não só em equipe, mas em conteúdo, pois além da Kakau e do Legi, agora temos um dos mais poderosos calmantes naturais. Obrigada Lex, não só por ter aceitado o convite, mas por estar sempre presente mesmo distante.

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