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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Forró dos bons!!! Parte 2
O mês de junho se despediu, mas aqui no Salto15 sempre se ouve a sanfona e o chiado da chinela, principalmente no centenário do Gonzagão.
A nossa cultura é riquíssima e preservar é um dever. Cabe a cada um ensinar aos filhos e netos a real e genuína manifestação popular, para que compreendam o sentido do alavantu e do anarriê.
Como o que é bom resiste, do lado de cá do Nordeste, ainda ouvimos o forró dos bons, o xote e o baião.
Então, pra celebrar e receber julho em grande estilo, vamos de forró... Mas forró pra lá de bom. Alavantu!!! Anarriê!!! Damas cumprimentando os cavalheiros e vamosimbora forrozar!!!
A nossa cultura é riquíssima e preservar é um dever. Cabe a cada um ensinar aos filhos e netos a real e genuína manifestação popular, para que compreendam o sentido do alavantu e do anarriê.
Como o que é bom resiste, do lado de cá do Nordeste, ainda ouvimos o forró dos bons, o xote e o baião.
Então, pra celebrar e receber julho em grande estilo, vamos de forró... Mas forró pra lá de bom. Alavantu!!! Anarriê!!! Damas cumprimentando os cavalheiros e vamosimbora forrozar!!!
domingo, 24 de junho de 2012
Olha pro céu meu amor... É noite de São João!
Olha pro céu meu amor
Vê como ele está lindo
Olha pra'quele balão multicor
Que lá no céu vai sumindo
Foi numa noite
Igual a esta
Que tu me deste
O teu coração
O céu estava
Todinho em festa
Pois era noite de São João
Havia balões no ar
Xote e baião no salão
E no terreiro o seu olhar
Que incendiou meu coração
Vê como ele está lindo
Olha pra'quele balão multicor
Que lá no céu vai sumindo
Foi numa noite
Igual a esta
Que tu me deste
O teu coração
O céu estava
Todinho em festa
Pois era noite de São João
Havia balões no ar
Xote e baião no salão
E no terreiro o seu olhar
Que incendiou meu coração
Composição: Luiz Gonzaga/ José Fernandes - 1951
Ilustração: William Medeiros
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Ao Mestre Gonzagão
O ABC do Sertão
Lá no meu sertão pros caboclo lê
Têm que aprender um outro ABC
O jota é ji, o éle é lê
O ésse é si, mas o érre
Tem nome de rê
Até o ypsilon lá é pissilone
O eme é mê, O ene é nê
O efe é fê, o gê chama-se guê
Na escola é engraçado ouvir-se tanto "ê"
A, bê, cê, dê,
Fê, guê, lê, mê,
Nê, pê, quê, rê,
Tê, vê e zê.
Têm que aprender um outro ABC
O jota é ji, o éle é lê
O ésse é si, mas o érre
Tem nome de rê
Até o ypsilon lá é pissilone
O eme é mê, O ene é nê
O efe é fê, o gê chama-se guê
Na escola é engraçado ouvir-se tanto "ê"
A, bê, cê, dê,
Fê, guê, lê, mê,
Nê, pê, quê, rê,
Tê, vê e zê.
domingo, 13 de dezembro de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
E a safona chorou...
Há exatos 20 anos a sanfona chorou e emudeceu. Lá se foi o seu Luiz deixando órfãos todos os amantes da sua música.
"Das centenas de coroas de flores que estavam espalhadas na igreja Bom Jesus dos Aflitos em Exu, oferecidas por fãs de Luiz Gonzaga, estava esta que o repórter Gildson Oliveira transcreveu a seguinte mensagem: ‘Amado Lula, o silêncio acende a alma. O País canta sua voz. Os pássaros se entristecem com a partida da ‘Asa Branca’, mas fica em nossos corações a sua história. E a nossa festa é esta. Quem crê em Cristo, mesmo que esteja morto viverá’”.
"Das centenas de coroas de flores que estavam espalhadas na igreja Bom Jesus dos Aflitos em Exu, oferecidas por fãs de Luiz Gonzaga, estava esta que o repórter Gildson Oliveira transcreveu a seguinte mensagem: ‘Amado Lula, o silêncio acende a alma. O País canta sua voz. Os pássaros se entristecem com a partida da ‘Asa Branca’, mas fica em nossos corações a sua história. E a nossa festa é esta. Quem crê em Cristo, mesmo que esteja morto viverá’”.
Asa Branca
Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira
Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira
Quando oiei a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu,ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus óio
Se espanhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Qual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu,ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus óio
Se espanhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Luiz Gonzaga - O Rei do Baião
Exu, 13 de dezembro de 1912
Recife, 2 de agosto de 1986
Exu, 13 de dezembro de 1912
Recife, 2 de agosto de 1986
Fontes: Wikipédia, FP
01:08
Elô Araújo

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