
Tenho entrado diversas vezes no blog, nunca deixando de reparar no seu imenso "Ibope", mas confesso que algo me importuna, apesar de ter aqui uma coluna, jamais escrevi de próprio punho, por isso resolvi trabalhar e em rascunho esbocei umas palavrinhas simples, nada confuso. Embora minha mente seja quase um furdunço, esse texto nasceu feito gol de bicicleta e como diria um amigo poeta... "a espontaneidade revela o criativo, porque tudo que nela é dito provém do improviso".
Acho que sofro de demência, diminuir um pouco a cadência e esqueci a próxima rima, e agora? Alguém me ensina? Sei lá, vou falar de malícia enquanto não retoma a sequência com coerência..."você olha pra mim, eu olho pra tu, se você virar de costas enfio o dedo no seu bolso". É impressionante, às vezes um pouco angustiante, mas é dito e feito, já retomei o pensamento que analogamente é como o vento, invisível embora a gente sinta, falar bobagem parece que me instiga e as idéias incolores ficam tão lúcidas tal como minha imagem no espelho e tão evidentes como se tivesse sido pintada de vermelho.
Para mim, escrever sempre foi uma forma de exprimir emoções autênticas e, em plena as férias acadêmicas, terei tempo de libertar aqui alguns sentimentos, sejam eles virtuosos, majestosos, revoltosos ou desalentos. Contudo não posso perder a viagem, escrever todo um texto sem deixar nenhuma mensagem? Para começo de conversa, vou ser sucinto que estou com pressa, costumo dar conselhos e propostas, no entanto nunca dou respostas, afinal a vida convida todo mundo, a cada segundo, a enxergar e construir o futuro envolto por um mar de possibilidades, tais como receios, desejos, derrotas, conquistas e amizades, que juntos recriam diferentes verdades pelas quais lutamos e costumamos chamar de felicidade. Se existe algo universal, coisa pela qual nos tornamos equânimes, considerado o sentimento unânime, vigoroso feito fervor, sensível feito pétala de flor, talvez só haja o amor.
Só pra terminar, ei Lali, agora te digo, vou falar ao pé do ouvido, nem me precisa por de castigo, já que com alegria deixo de lado a rebeldia. Bem vindos, sejam xeretas e aproveitem o Tarja Preta, só respeitem a posologia que esse negócio vicia.
02:15
lexotan
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