terça-feira, 17 de agosto de 2010

O poeta ressurgiu

Do fel ao mel
o poeta se vestiu;
Despiu as tristezas
e as consumiu.

Transformou em vida
os momentos de solidão,
agarrou a sorte devida
com as próprias mãos.

Da poeira do dissabor,
semeou um porvir
multicolor - de sabor...

O barro da vida se abriu,
pelas mãos piedosas do oleiro,
o poeta, enfim, ressurgiu...





A quatro mãos, Diva L. e Cristovam Melo

2 comentários:

  1. Não existe por certo ao poeta um fim.
    A vida é passagem, mas poesia se faz bagagem.

    Não há como sucumbir, pois sempre irá existir!!

    Beijos, ficou perfeito!

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  2. do limao, faz uma limonada, e a vida é assim, passa do mel ao fel em segundos, vc demora pra adocicar a sua vida ou uma amizade, mas em segundos fica um fel..
    as veias de vcs estão alforadas..continuem assim

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