terça-feira, 6 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Se você me ama...
Bom, para alguns hoje é apenas mais um feriadão, para outros, um dia especial para relembrar os que se foram. Não quero questionar a crença de uns ou "descrença" de alguns, pois temos escolhas. Quanto a mim, prefiro viver de acordo com o texto abaixo, que por sinal, peço desculpas aos que o conhecem, pois escrevi apenas o que recordo dele, a essência. Como já faz algum tempo que o li e não tenho cópias, compartilho o que tomei como base para muitas situações. Mesmo pequenino no tamanho, o conteúdo é imenso e, dependendo do contexto, pode ser um refrigério. Boa leitura.

Se você me ama, mostre-me!
Não espere até que eu morra,
para depois cinzelar
- sobre a tumba fria -
palavras quentes de amor.
Ame-me agora enquanto estou vivo,
enquanto posso reconhecer os seus
sentimentos de ternura e meiguice
que brotam de uma afeição genuína.
Se você encontra alguém
com sede de água fresca,
tardará em levar? Irá devagar?
Por que negar-lhes o que
a natureza o fez desejar?
Se você pensa em mim com carinho,
por que não o manifesta?
Não sabe que me faria muito feliz?
Há corações sensíveis a sua volta,
carentes de amor e compreensão.
Eu não desejarei o seu amor
quando a erva crescer sobre o meu túmulo.
Não precisarei do seu carinho
no último lugar de repouso.
Por isso, se você me ama,
mesmo que seja pouco,
mostre-me agora, enquanto vivo
e eu o guardarei como um tesouro.
Autor desconhecido
Texto dedicado ao meu pai Evandro Araújo
(Recife, 03 de setembro de 1928 - Recife, 27 de outubro de 2012).
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Jamais
Jamais perder o encanto,
Jamais perder o sorriso,
Jamais perder a esperança,
Jamais perder a fé,
Jamais perder a capacidade de sonhar.
Jamais me perder de mim... Jamais!!!
Diva L.
Jamais perder o sorriso,
Jamais perder a esperança,
Jamais perder a fé,
Jamais perder a capacidade de sonhar.
Jamais me perder de mim... Jamais!!!
Diva L.
Que pena...
E nossas almas se tornassem uma
Por um momento pensei que nos pertencíamos
que uma nova história seria contada
Mas a minha alma leve não conquistou a tua
Apenas a minha tola alma na tua mergulhou
Quem dera também fosse tua a louca paixão
E nossos corpos se consumissem
Em uma explosão tão insana
Que no mundo não houvesse espaço
para tantas e tantas loucuras
Que pena...
Diva L.
Que pena...
Diva L.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Poemeto para um desaparecido
Disse você quase sussurrando.
Fechei os olhos e fui dormir
Amanhã o dia começa às 6h.
Diva L.
22:37
Elô Araújo

Posted in: 






