Não falamos sobre moda, cultura é o nosso foco, poesia nossa inspiração. Sair do lugar comum é como ver o mundo de cima de um salto 15...Vermelho!!!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Jamais

Jamais perder o encanto,
Jamais perder o sorriso,
Jamais perder a esperança,
Jamais perder a fé,
Jamais perder a capacidade de sonhar.


Jamais me perder de mim... Jamais!!!

Diva L.

Que pena...

Quem dera que o meu desejo fosse o teu
E nossas almas se tornassem uma
Por um momento pensei que nos pertencíamos
que uma nova história seria contada
Mas a minha alma leve não conquistou a tua
Apenas a minha tola alma na tua mergulhou

Quem dera também fosse tua a louca paixão
E nossos corpos se consumissem
Em uma explosão tão insana
Que no mundo não houvesse espaço
para tantas e tantas loucuras

Que pena...
 

Diva L.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Poemeto para um desaparecido

"Escreve um poema pra mim..."
Disse você quase sussurrando.
Fechei os olhos e fui dormir
Amanhã o dia começa às 6h.


Diva L.

domingo, 30 de setembro de 2012

Ou não...


O que é a poesia senão o nosso dia-a-dia? Se colorida ou monocromática é o reflexo do que vivemos, sentimos, pensamos ou desejamos.  O que é o poeta senão um fingidor? Versejou o Pessoa. Finge ter, ser, saber, querer e, de forma simples,  consegue transcender  a magnitude do pensar. São muitos ou  nada são do todo, ou ainda, não são ninguém ao escrever sobre as agruras, venturas ou desventuras da vida. 

Não tenho a intenção de escrever bonito, já tive e acho que nem sei. Já me preocupei com rimas, que até bem pouco tempo odiava. Hoje as rimas soam até agradáveis, já não sinto rancor por elas. Sou mutante, mutável, errante, chega a ser desconcertante pensar quem sou. Apenas sou, sem definições ou intenções. Talvez nem uma rima eu seja...

Mas, o que é o poeta além de um ser despido de pretensões?
Ou quem sabe, um ser extremamente pretensioso e vaidoso? 

Um ser confuso que se desnuda sem pudores, das palavras é amigo e cúmplice. Quando estou triste recorro às mesmas que, em fração de segundos, aliviam minh´alma. 

Por que escrevi sobre os poetas? Não sei! Quem saberá explicar o que se passa na mente humana? Apenas escrevi...

Apenas escrevo... Assim é a vida.
Assim sou eu!



Diva L.

sábado, 29 de setembro de 2012

Lamentável

Hebe Camargo  (Taubaté, 8 de março de 1929 – São Paulo, 29 de setembro de 2012).

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