Não falamos sobre moda, cultura é o nosso foco, poesia nossa inspiração. Sair do lugar comum é como ver o mundo de cima de um salto 15...Vermelho!!!

domingo, 30 de setembro de 2012

Ou não...


O que é a poesia senão o nosso dia-a-dia? Se colorida ou monocromática é o reflexo do que vivemos, sentimos, pensamos ou desejamos.  O que é o poeta senão um fingidor? Versejou o Pessoa. Finge ter, ser, saber, querer e, de forma simples,  consegue transcender  a magnitude do pensar. São muitos ou  nada são do todo, ou ainda, não são ninguém ao escrever sobre as agruras, venturas ou desventuras da vida. 

Não tenho a intenção de escrever bonito, já tive e acho que nem sei. Já me preocupei com rimas, que até bem pouco tempo odiava. Hoje as rimas soam até agradáveis, já não sinto rancor por elas. Sou mutante, mutável, errante, chega a ser desconcertante pensar quem sou. Apenas sou, sem definições ou intenções. Talvez nem uma rima eu seja...

Mas, o que é o poeta além de um ser despido de pretensões?
Ou quem sabe, um ser extremamente pretensioso e vaidoso? 

Um ser confuso que se desnuda sem pudores, das palavras é amigo e cúmplice. Quando estou triste recorro às mesmas que, em fração de segundos, aliviam minh´alma. 

Por que escrevi sobre os poetas? Não sei! Quem saberá explicar o que se passa na mente humana? Apenas escrevi...

Apenas escrevo... Assim é a vida.
Assim sou eu!



Diva L.

sábado, 29 de setembro de 2012

Lamentável

Hebe Camargo  (Taubaté, 8 de março de 1929 – São Paulo, 29 de setembro de 2012).

sábado, 22 de setembro de 2012

Aos seres apaixonados

Venham dos quatro cantos
seres apaixonados
Abram suas mentes
e dilacerem suas almas

Desfaçam os conceitos, preconceitos
fórmulas e métricas
Explodam em versos
inundem os áridos corações

Morram e renasçam
Façam poesia como quem faz amor
Esqueçam os pudores
e nos lábios amados
despejem seus corpos,
                         [suores e salivas

Dominem o mundo e o façam suspirar
ainda é tempo de resgate
Ainda é possível acreditar
que a poesia como uma soberana dama
Faz do poeta um mero instrumento,
                        [ submisso às suas vontades

Despertem, tolos poetas!
Ainda há tempo...
Ainda temos tempo
Façamos o mundo suspirar!


Diva L.

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