Não falamos sobre moda, cultura é o nosso foco, poesia nossa inspiração. Sair do lugar comum é como ver o mundo de cima de um salto 15...Vermelho!!!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O amor em um ato

  Conjuga-me enquanto é noite
Que ao amanhecer sigo teus passos
Enquanto a luz do sol não desfaz a minha coragem
Faço em eterno do amor nossos laços
E em canção transformo os desejos contidos
para bailarmos além do infinito
Na noite em que toca meu corpo
Em sinfonia se faz ser meu porto
Desvendo os mistérios outrora guardados
para depositar em teus braços
Os sonhos desse coração arredio
Agora domado
  Entregue em demasiado
Tão somente para sentir-se amado
Por esse cavalheiro nobre e gentil
Que se faz entregue por este amor viril



A 4 mãos, Diva L. e Hamilton Kubo (Profundo Pensar). Obrigada, querido poeta, por esse momento indescritível. É sempre uma honra compartilhar com cérebros saboreáveis como o teu.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Um clássico inesquecível

Ao fecharmos os olhos é possível sentir cada frase, o coração rasgado, a dor suplantada...A tradução é apenas para constar, pois os sentimentos são expostos sem reservas. Uma diva incontestável. Edith Piaf!



Não, Eu Não Me Arrependo de Nada
Edith Piaf


Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo tanto faz!


Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado!


Com minhas lembranças
Acendi o fogo
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!


Varridos os amores
E todos os seus temores
Varridos para sempre
Recomeço do zero.


Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo tanto faz!


Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você

Diva L.

Pensamento do dia

"Nunca deixe ninguém te dizer que você não pode fazer alguma coisa. Se você tem um sonho, tem que correr atrás dele, as pessoas não conseguem vencer e dizem que você também não vai vencer. Se você quer uma coisa, corre atrás, ponto."


À Procura da Felicidade

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Confessa...


Sei que ai dentro ainda mora um pedacinho de mim
Um grande amor não se acaba assim
Feito espumas ao vento

Não é coisa de momento, raiva passageira
Mania que dá e passa, feito brincadeira
O amor deixa marcas que não dá pra apagar

Sei que errei tô aqui pra te pedir perdão
Cabeça doida, coração na mão
Desejo pegando fogo

E sem saber direito a hora e o que fazer
Eu não encontro uma palavra para te dizer
Ah! se eu fosse você eu voltava pra mim de novo

E uma coisa fique certa, amor
A porta vai estar sempre aberta, amor
O meu olhar vai dar uma festa, amor
Na hora que você chegar

Sei que errei tô aqui pra te pedir perdão
Cabeça doida, coração na mão
Desejo pegando fogo

E sem saber direito a hora e o que fazer
Eu não encontro uma palavra só pra te dizer
Ah! se eu fosse você eu voltava pra mim de novo


Espumas ao Vento 
Composição: Accioly Neto 
Intérprete: Fagner

Será?

"Quem disser que pode amar alguém 
pela vida inteira é porque mente".
Florbela Espanca

Eu já disse que te amo?

Ah, claro que disse!!!
Disse sim, não lembra?
Faz um minuto, eu havia acabado de tomar sorvete e pensava sobre a impedosa matança das baleias azuis, então, não sei o porque, mas disse que te amo.

Tudo bem que não foi um pensamento nada inspirador, mas quem disse que pra dizer "eu te amo" precisa de um papo inspirador?
Quantas vezes disse que te amo?
Ah, não sei, mas sei que disse.
Já sussurei, soletrei, gritei...


Dizer que te amo já faz parte da minha rotina. Às vezes penso até que já estou chateando o tanto que repito: te amo, te amo, te amo, te amo...TE AMO!!!

Mas o que posso fazer se te amo?

Dizer que o mundo anda louco, que breve seremos abduzidos ou que a água do mundo vai acabar, já desgastou. E mais, quero falar de coisas que me alegram. O que além de te amar me deixa feliz? Ah, dizer que te amo dançando, correndo, pulando...tudo isso me deixa muito feliz. Aliás, você é a minha fonte de felicidade, por isso te amo.

A propósito, já disse que te amo hoje? Ainda não??? Nossa, como pude? Mas não fica triste, tá?

Eu te amo EU!!!!!!

Ame-se e boa semaninha!!!

Diva L.

domingo, 28 de agosto de 2011

Apenas sinta...

... O toque da melodia, as palavras que saltam e acariciam a alma. Simplesmente sem comentários as interpretações de Claudio Nucci, Zé Renato e Danilo Caymmi...Parecem flutuar.



Nossa dança
Danilo Caymmi/ Ana Terra


Como a estrela ria, como a canção se fez
Como o amor me guia
Eu me guio só por vocês
Tanto serei criança
Tanto melhor a voz
Tanto serei quem dança
Quando a dança fizermos nós
Vai, vem tudo que o mundo tem
Só o que não se cansa
É a gente se querer bem.




quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Poema em Linha Reta



Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.


Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?


Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


Fernando Pessoa (Álvaro de Campos)

Apenas pense, pense, pense...

"Há quem guarde maus sentimentos 
como se fossem tesouros
Sem perceber que pérolas de rancor 
e mágoa nada adornam,
Apenas lhes deixam a vida e a alma mais amargas.
Seja feliz: livra-te destas pérolas de rancor e mágoa,
Te aparta deste tesouro que ninguém suporta."

Augusto Branco

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Uma Arte



A arte de perder não é nenhum mistério
tantas coisas contém em si o acidente
de perdê-las, que perder não é nada sério.
Perca um pouco a cada dia. Aceite austero,
a chave perdida, a hora gasta bestamente.
A arte de perder não é nenhum mistério.
Depois perca mais rápido, com mais critério:
lugares, nomes, a escala subsequente
da viagem não feita. Nada disso é sério.
Perdi o relógio de mamãe. Ah! E nem quero
lembrar a perda de três casas excelentes.
A arte de perder não é nenhum mistério.
Perdi duas cidades lindas. Um império
que era meu, dois rios, e mais um continente.
Tenho saudade deles. Mas não é nada sério.
Mesmo perder você ( a voz, o ar etéreo, que eu amo)
não muda nada. Pois é evidente
que a arte de perder não chega a ser um mistério
por muito que pareça (escreve) muito sério.




Elizabeth Bishop é uma autora americana, considerada uma das mais importantes poetas do século XX a escrever na língua inglesa. Em 1976, foi a primeira mulher a receber o prêmio internacional Neustadt de Literatura e continua sendo o único americano a recebê-lo.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Sempre e sempre...Todo dia

Todo dia é dia de divagar devagar
Sobre o tudo e sobre o nada pensar
Analisar sem pressa de chegar
Mas se chegar, nada cobrar
Apenas respirar, soltar o ar
Como quem sorve a vida...
                                        sem medo de arriscar

Todo dia, dia após dia
Respira, inspira, escreve, apaga
Todo dia, apenas o viver
Dia após dia sem agonia
Só paixão, 
               uma por dia

Dia após dia
Sem pressa de chegar
Apenas viver, esse é o lema
Esse é o guia
Sem agonia
Viver, 
Querer,
Sorrir...
Sempre e sempre
               Todo dia!


Diva L.

sábado, 20 de agosto de 2011

Lenda do Pégaso

Era uma vez, vejam vocês, um passarinho feio
Que não sabia o que era, nem de onde veio
Então vivia, vivia a sonhar em ser o que não era

Voando, voando com as asas, asas da quimera
Sonhava ser uma gaivota porque ela é linda e todo mundo nota
E naquela prentensão queria ser um gavião
E quando estava feliz queria ser a misteriosa perdiz
E vejam então que vergonha quando quis ser a sagrada cegonha
 
...

E com a vontade esparsa sonhava ser uma linda garça
E num instante de desengano queria apenas ser um tucano
E foi aquele, aquele tititi quando quis ser um colibri
Por isso lhe pisaram o calo aí então cantou de galo
Sonhava com a casa de barro, a do João de Barro e ficava triste
Tão triste assim como tu querendo ser o sinistro urubu
E quando queria causar estorvo então imitava o sombrio corvo

E até hoje ainda se discute se é mesmo verdade que virou abutre

E quando já estava querendo aquela paz dos sabiás
Cansado de viver na sombra, voar, revoar feito a linda pomba
E ao sentir a falta de um grande carinho, então cansava feito um passarinho
E assim o passarinho feio quis ser até o pombo-correio
Aí então Deus chegou e disse: "Pegue as mágoas

Pegue as mágoas e apague-as, tenha o orgulho das águias"

Deus disse ainda: "é tudo azul", e o passarinho feio virou cavalo voador
Esse tal de pégaso
Pégaso, Pégaso, Pégaso,
Pégaso
Pega o azul, pega o azul


Jorge Mautner  

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Humildade

Que a voz do poeta nunca se levante
para ter ressonâncias nas alturas.
Que o canto, das contidas amarguras,
somente seja a gota transbordante. 


Que ele, através das solidões escuras
do ser, deslize no preciso instante.
Saia da avena do pastor errante,
sem aplausos buscar de outras criaturas.

Que o canto simples, natural, rebente,

água da fonte límpida, do fundo
da alma, de amor e de humildade cheio.

Que o canto glorificará somente

a origem, quando mais ninguém no mundo
saiba ele de quem foi ou de onde veio.





Mauro Mota - Jornalista, professor, poeta, cronista, ensaísta e memorialista, nasceu no Recife (PE), em 16 de agosto de 1911, e faleceu na mesma cidade em 22 de novembro de 1984.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pensar, Divagar, Problematizar ...Filosofar é sempre preciso!!!

  "Acredito que os filósofos voam como as águias e não como pássaros pretos. É bem verdade que as águias, por serem raras, oferecem pouca chance de serem vistas e muito menos de serem ouvidas, e os pássaros pretos, que voam em bando, param em todos os cantos enchendo o céu de gritos e rumores, tirando o sossego do mundo."Galileu Galilei
 René Descartes,  filósofo e matemático francês.


"É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos."
Aristóteles

"Nada existe de absurdo ou ridículo que em alguma época já não tenha sido dito por algum filósofo."Oliver Goldsmith
"Ainda está para nascer o filósofo que possa suportar uma dor de dente com paciência."
William Shakespeare

"O mundo se conquista não somente como capitão, submeten­do-o, senão também como filósofo, penetrando-o, e como artista, rece­bendo-o e voltando a criá-lo."
Friedrich Hebbel


16 de agosto - Dia do Filósofo

domingo, 14 de agosto de 2011

Mãos

Mãos que conduzem,
Mãos que direcionam,
Mãos que advertem,
Mãos que ensinam,
Mãos que sustentam,
Mãos que dão carinho, mas que
também corrigem e repreendem.
Mãos que vibram,
Mãos amigas.

Mãos...

Mãos que levantam,
Mãos que protegem,
Mãos que produzem,
Mãos que cumprimentam,
Mãos que choram,
Mãos que sorriem,
Mãos que cantam e dançam,
Mãos que alimentam.
Mãos de pai!

As mãos do meu pai!
Mãos calejadas,
Mãos trabalhadoras,
Mãos dignas,
Mãos limpas,
Mãos fortes,
Mãos destemidas,
Fonte de inúmeras histórias.

Hoje, mãos cansadas
No entanto, ainda valentes,
perserverantes e fortes.
Obrigada por me conduzirem pelo caminho do bem.
Obrigada por ser meu pai!



Diva L.

sábado, 13 de agosto de 2011

Casinha Branca

Eu tenho andado tão Sozinho
Ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe
A felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida
Simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca
De varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar
Pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando
Em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente um lugar de mato
verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

Gilson 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Apenas pense, pense, pense...

Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...

O Mundo não se fez para pensarmos nele

(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...

Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...



Alberto Caeiro, é considerado o Mestre Ingénuo dos heterônimos e do próprio Fernando Pessoa, apesar da instrução primária. (Wikipédia)

sábado, 6 de agosto de 2011

Nova Série Brasileira 3% (Três Por Cento)


A série 3% acompanha a luta dos personagens para fazer parte dos 3% dos aprovados que irão para o Lado de Lá. A trama se passa em um mundo no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, podem se inscrever em um processo seletivo. Apenas 3% dos inscritos são aprovados e serão aceitos em um mundo melhor, cheio de oportunidades e com a promessa de uma vida digna. O processo de seleção é cruel, composto por provas cheias de tensão e situações limites de estresse, medo e dilemas morais.

Tem tudo pra dar certo, bem que o canal HBO ou outros do gênero poderiam aprimorar essa ideia, porque sabemos se for emissoras brasileiras, vão alterar o texto ou quem sabe colocar outros atores ou pior, atores da "casa".

Léo Cruz


Legião Urbana cantado por todos

Enquanto a nossa Diva não volta, estarei por aqui à moda Léo Cruz(Léo Kidman). Com postagens diferentes, mais cítricas, uma boa mistura com a doçura do Blog Salto 15 Vermelho.




É facil falar de Legião Urbana e ouvir as músicas cantadas por Renato, então vou fazer diferente, colocarei as músicas da Legião Urbana interpretadas por outras pessoas e estilos musicais.
Será que ficará bom? Dê sua opinião!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Tô voltando

Pode ir armando o coreto
E preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar
Muda a roupa de cama
Eu tô voltando


Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando


Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltando


Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando
Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltando

Dá folga pra empregada
Manda a criançada pra casa da avó
Que eu tô voltando
Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu tô voltando!


Composição: Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós

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